Febre Oropouche em Angra, confirmada pelo LACEN/RJDivulgação/PMAR
Angra dos Reis - O município de Angra dos Reis, na costa verde, já tem três casos confirmados de Febre Oropouche neste ano na cidade. O diagnóstico positivo foi divulgado na terça-feira (1º) através de exames feitos pelo Laboratório Central Noel Nutels (Lacen/RJ), do Governo do Estado do Rio de Janeiro. A prefeitura disse que não há uma epidemia na cidade. São 28 cidades no estado com casos registrados.
Segundo a prefeitura, os pacientes diagnosticados não necessitaram de internação. A transmissão foi pela picada do mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. A secretaria municipal de saúde está acompanhando a situação
A Febre do Oropouche é uma doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae. Os sintomas são similares com os da dengue e da chikungunya.
A Febre do Oropouche é uma doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, da família Peribunyaviridae. Os sintomas são similares com os da dengue e da chikungunya.
Como prevenir a doença
Evitar o contato com áreas de ocorrência e/ou minimizar a exposição às picadas dos vetores;
Realizar a limpeza de terrenos e de locais de criação de animais;
Recolher folhas e frutos que caem no solo;
As medidas de prevenção incluem ainda uso de repelente e roupas que cubram pernas e braços, instalar telas finas em portas e janelas.
De acordo com a FioCruz, não existe tratamento específico para a Febre do Oropouche. O instituto orienta que os pacientes permaneçam em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.
Evitar o contato com áreas de ocorrência e/ou minimizar a exposição às picadas dos vetores;
Realizar a limpeza de terrenos e de locais de criação de animais;
Recolher folhas e frutos que caem no solo;
As medidas de prevenção incluem ainda uso de repelente e roupas que cubram pernas e braços, instalar telas finas em portas e janelas.
De acordo com a FioCruz, não existe tratamento específico para a Febre do Oropouche. O instituto orienta que os pacientes permaneçam em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.

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