Bloco de concretoReprodução/Rede social
O caso veio à tona após a publicação de um vídeo no Instagram da empresa, em que um dos técnicos revela a adulteração e aponta falhas na transparência do leilão. Segundo ele, o veículo foi adquirido sem funcionar, e a fraude só foi descoberta quando a equipe verificava o conjunto elétrico.
“Quando a gente foi finalizar a parte mecânica do carro pra funcionar – o carro, né, veio sem funcionar. Detectamos um problema grave do leilão, mais uma vez sendo covarde e não deixando claro que o carro estava com a bateria adulterada. Quando fomos abrir a bateria: concreto no lugar da bateria. Prejuízo de mais de R$ 40 mil”, relata o funcionário no vídeo.
A empresa não divulgou detalhes sobre o leilão em que o veículo foi adquirido, mas o caso levanta um alerta sobre os riscos desse tipo de compra, principalmente quando há pouca transparência nas condições dos veículos.

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