Tucano preso por corrupção no Paraná

MPF mira ex-governador Beto Richa, candidato ao Senado

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Grampos telefônicos foram decisivos para levar o ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Beto Richa (PSDB) para a cadeia ontem. Richa e aliados são alvos de duas operações: uma do Ministério Público do Paraná, e outra da Operação Lava Jato, do Ministério Público Federal.

Beto Richa e o assessor Deonilson Roldo, mais 13 pessoas, foram presos pelo Gaeco por irregularidades no programa Patrulha do Campo, de manutenção em estradas rurais. Já a Lava Jato mira em crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude à licitação referentes à duplicação da PR-323, favorecendo a empresa Odebrecht.

Segundo a Lava Jato, a Odebrecht, em 2014, fez um acerto de subornos com Roldo, para que ele limitasse a concorrência da licitação para duplicação de um trecho da PR-323. Em contrapartida, a Odebrecht pagaria até R$ 4 milhões a Roldo e seu grupo. chefiado por Richa. Joel Malucelli, empresário e suplente do senador e candidato a presidente Alvaro Dias (Podemos) teve ordem de prisão, mas está no exterior. As prisões são pelo prazo de cinco dias.

 

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