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Maia diz que atrito com governo em relação à Previdência é 'página virada

O presidente da Câmara dos Deputados voltou a dizer que vai dialogar com os deputados, mas que não cabe a ele construir a base de apoio do governo para aprovar a proposta

Por ESTADÃO CONTEÚDO

Maia diz que atrito com governo em relação à Previdência é 'página virada
Maia diz que atrito com governo em relação à Previdência é 'página virada -

Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse, na manhã deste sábado, que o atrito entre o Congresso e o Palácio do Planalto a respeito da reforma da Previdência e que ganhou força nesta semana é "página virada". Maia voltou a dizer que vai dialogar com os deputados, mas que não cabe a ele construir a base de apoio do governo para aprovar a proposta. Para ele, o Planalto precisa assumir a liderança na articulação.

"Esse assunto de conflito já viramos a página, o que a gente precisa é mostrar para a sociedade que a gente tem responsabilidade, que o governo tem responsabilidade, que o governo vai sair de conflitos nas redes sociais e vai para o mundo real", disse Maia. Ele falou com jornalistas antes de uma breve participação em um congresso do PPS, em Brasília.

"Vou continuar dentro do processo, na Câmara dos Deputados, dialogando com deputado e ajudando. Mas eu não tenho responsabilidade e nem o governo pode me delegar a responsabilidade de construir uma base para o governo".

Ataque nas redes sociais

Uma alfinetada do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) fez o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), explodir. É que o "zero dois" de Bolsonaro repercutiu, nas redes sociais, o mal-estar entre o ministro da Justiça e Maia acerca do pacote anti-crime de Moro.

No Instagram, Carlos indagou: "Por que o presidente da Câmara está tão nervoso?". E, no Twitter, escreveu: "Há algo bem errado que não está certo!", escreveu, comentando um posicionamento de Sergio Moro, rebatendo críticas de Maia. "O povo brasileiro não aguenta mais", afirmou Moro.

O presidente da Câmara alega que combinou com o presidente Bolsonaro priorizar a tramitação da reforma da Previdência, enquanto Moro insiste que seu pacote seja encaminhado em paralelo.

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