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'Flurona': SP confirma 24 casos de dupla infecção por covid e influenza

Casos de coinfecção vêm aumentando nos últimos dias Divulgação

A cidade de São Paulo já registrou até esta terça-feira, 4, ao menos 24 casos de "flurona", nome dado à infecção simultânea por covid-19 e influenza. O levantamento foi feito pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital e compreende todo o período da pandemia.
Conforme a secretaria, desde 2020, para todos os casos de síndrome respiratória aguda grave (Srag) que evoluem para hospitalização na cidade, são coletadas amostras para pesquisa tanto do vírus influenza quanto do SARS-CoV-2. Desse modo, é possível entender se há coinfecção nos pacientes.
"Dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) indicaram 24 registros de Srag com coinfecção de influenza e covid-19, considerando a metodologia RT-PCR detectável para ambos os vírus", informou a pasta. Apesar dos registros, autoridades afirmam que há poucos estudos que analisem as possíveis implicações clínicas ou imunológicas da coinfecção.
Além de São Paulo, foram identificados ainda três casos de "flurona" em Fortaleza, capital do Ceará. Os diagnósticos são do mês de dezembro. No Rio de Janeiro, um adolescente de 16 anos também testou positivo para covid e influenza de forma simultânea. A família do jovem informa ter feito testes em dois laboratórios particulares diferentes.
As coinfecções podem ter se intensificado nas últimas semanas porque, além da pandemia do coronavírus, o País identificou surtos de influenza em diferentes regiões, como Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo especialistas, a alta de casos da gripe pode ter se dado principalmente por conta da variante Darwin do H3N2, que escapa à vacina contra influenza aplicada no Brasil neste ano.
Hospital Municipal da Brasilândia
A Secretaria de Saúde da capital paulista informou que nesta terça há 121 pacientes internados em leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Municipal da Brasilândia, voltado desde o fim do ano passado para acolhimento e tratamento dos casos de síndromes respiratórias agudas graves. Em leitos de enfermaria, são 164.

Casos de coinfecção vêm aumentando nos últimos dias Divulgação

A cidade de São Paulo já registrou até esta terça-feira, 4, ao menos 24 casos de "flurona", nome dado à infecção simultânea por covid-19 e influenza. O levantamento foi feito pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital e compreende todo o período da pandemia.
Conforme a secretaria, desde 2020, para todos os casos de síndrome respiratória aguda grave (Srag) que evoluem para hospitalização na cidade, são coletadas amostras para pesquisa tanto do vírus influenza quanto do SARS-CoV-2. Desse modo, é possível entender se há coinfecção nos pacientes.
"Dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) indicaram 24 registros de Srag com coinfecção de influenza e covid-19, considerando a metodologia RT-PCR detectável para ambos os vírus", informou a pasta. Apesar dos registros, autoridades afirmam que há poucos estudos que analisem as possíveis implicações clínicas ou imunológicas da coinfecção.
Além de São Paulo, foram identificados ainda três casos de "flurona" em Fortaleza, capital do Ceará. Os diagnósticos são do mês de dezembro. No Rio de Janeiro, um adolescente de 16 anos também testou positivo para covid e influenza de forma simultânea. A família do jovem informa ter feito testes em dois laboratórios particulares diferentes.
As coinfecções podem ter se intensificado nas últimas semanas porque, além da pandemia do coronavírus, o País identificou surtos de influenza em diferentes regiões, como Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo especialistas, a alta de casos da gripe pode ter se dado principalmente por conta da variante Darwin do H3N2, que escapa à vacina contra influenza aplicada no Brasil neste ano.
Hospital Municipal da Brasilândia
A Secretaria de Saúde da capital paulista informou que nesta terça há 121 pacientes internados em leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Municipal da Brasilândia, voltado desde o fim do ano passado para acolhimento e tratamento dos casos de síndromes respiratórias agudas graves. Em leitos de enfermaria, são 164.
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