O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse nesta terça-feira, 8, que não pretende deixar o governo de São Paulo para se candidatar à Presidência da República nas eleições de 2026.
"Quero ficar em São Paulo, Estado que me abraçou. Estou focado em São Paulo. Quero ajudar a fortalecer uma candidatura de direita, seja com (Jair) Bolsonaro ou outro candidato", disse o governador durante a abertura do 11º Brazil Investment Forum, evento anual do Bradesco BBI.
Os nomes de Tarcísio e de Michelle Bolsonaro (PL), ex-primeira-dama, são os preferidos para substituir o inelegível Jair Bolsonaro (PL) como candidato ao Palácio do Planalto em 2026. Principalmente entre os eleitores do ex-presidente.
De acordo com a pesquisa Genial/Quaest, quando considerado o eleitorado geral, são 15% os que citam Tarcísio como quem deveria ser o candidato da direita. Enquanto isso, 14% apontam o nome de Michelle. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados, junto também com Pablo Marçal (PRTB), citado por 11% dos brasileiros.
Entre os que votaram em Lula, Tarcísio é citado como melhor nome da direita por 10%, mesmo índice do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e um ponto a mais do que o de Pablo Marçal, apontado por 9%.
Já uma pesquisa divulgada pela Datafolha, em um cenário sem Bolsonaro e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa, Lula teria 35%, contra 15% do ex-ministro de Bolsonaro, 11% de Ciro, 11% de Marçal, 5% de Ratinho Junior (PSD), que é governador do Paraná, 3% de Leite, 3% do governador mineiro, Romeu Zema (Novo), 2% de Ronaldo Caiado (União Brasil), que comanda Goiás, 11% em branco/nulo/nenhum e 3% que não saberiam.
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