Prédio danificado em um ataque israelense a Teerã AFP
"Falei há pouco com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, que está em Israel, e com o chanceler Mauro Vieira. A Câmara está atenta para garantir a segurança e o retorno de todos que estão em Israel", escreveu o deputado.
A mensagem é postada após Israel ter bombardeado o Irã, com explosões ocorridas na madrugada desta sexta-feira, 13 (horário local, noite de quinta-feira, 12, no Brasil), o que elevou o acirramento das tensões no Oriente Médio. O Irã está respondendo os ataques israelenses com mais de 100 drones.
Em uma carta dirigida às Nações Unidas, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, qualificou o ataque como uma "declaração de guerra" e "pediu ao Conselho de Segurança que aborde o tema de maneira imediata", informou a pasta.
Nascido em 1960, Hossein Salami aparecia com frequência na televisão com discursos exaltados, repetindo a narrativa que os líderes iranianos apresentam regularmente contra Israel.
"Abdolhamid Minouchehr, Ahmadreza Zolfaghari, Amirhossein Feqhi, Motalleblizadeh, Mohammad Mehdi Tehranchi e Fereydoun Abbasi foram os cientistas nucleares martirizados no ataque de Israel", anunciou a agência de notícias Tasnim.
Mohammad Mehdi Tehranchi era o presidente da Universidade Islâmica Azad do Irã e Fereydoun Abbasi foi diretor da Organização de Energia Atômica do país.
Os ataques atingiram múltiplos alvos no Irã, incluindo edifícios residenciais em Teerã, além de uma instalação crucial de enriquecimento nuclear no centro do país.
Pelo menos 95 pessoas ficaram feridas, indicou um funcionário da televisão estatal iraniana.
“Por enquanto, 95 pessoas ficaram feridas e foram levadas aos centros médicos em 12 províncias atacadas”, declarou à televisão o porta-voz dos serviços de emergência a nível nacional, Mojtaba Jaledi.

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