Ministro da Saúde, Alexandre PadilhaFabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

Os Estados Unidos cancelaram os vistos da mulher e da filha do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta sexta-feira (15).
O próprio político não teve a autorização de entrada no território estadunidense revogada, já que ela estava expirada desde o fim do ano passado.
A decisão aconteceu um dia após críticas de Padilha ao presidente norte-americano, Donald Trump. Na ocasião, ele chamou Trump de "inimigo da saúde" após revogação de visto do secretário da pasta, Mozart Júlio Tabosa Sales, e de Alberto Kleiman, um ex-funcionário do governo brasileiro por conta do programa Mais Médicos.
Críticas da Embaixada dos EUA ao programa
A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, publicou, nesta quinta-feira, em seu perfil do X, uma mensagem afirmando que o programa Mais Médicos foi um "golpe diplomático" que explorou médicos cubanos.
Na postagem, a embaixada afirma que o programa "enriqueceu o regime cubano corrupto". Além disso, a representação diplomática alega que autoridades brasileiras acobertaram a exploração dos profissionais de saúde. O texto também diz que "os EUA continuarão responsabilizando todos os indivíduos ligados a esse esquema coercitivo de exportação de mão de obra".