Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde marçoMandel Ngan/AFP
Inicialmente, Eduardo havia pedido uma licença de 120 dias, que terminou em julho. Com o fim do recesso parlamentar, no início de agosto, ele passou a registrar ausências sucessivas nas sessões plenárias.
No documento, o deputado pede que a Câmara adote medidas que permitam o trabalho remoto de parlamentares e que sejam garantidas suas prerrogativas constitucionais. Ele descartou qualquer chance de renunciar ao cargo.
"Não reconheço falta alguma, não renuncio ao meu mandato, não abdico das minhas prerrogativas constitucionais e sigo em pleno exercício das funções que me foram conferidas pelo voto popular", escreveu.
Ofício que enviei hoje ao Presidente da Câmara Hugo Motta falando sobre minha situação de perseguição política, que me impede de retornar ao Brasil e bem exercer minha função de parlamentar. pic.twitter.com/c3AlOZKl3M
— Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) August 29, 2025
"Não se pode admitir que o que foi assegurado em tempos de crise sanitária deixe de sê-lo em um momento de crise institucional ainda mais profunda", completou.
O pedido agora está sob análise da Presidência da Câmara, e ainda não há prazo definido para que Hugo Motta dê uma resposta.

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