Nova diretriz endurece metas para colesterol e cria categoria de risco extremoREPRODUÇÃO
De acordo com a instituição, pacientes que já tiveram múltiplos eventos cardiovasculares passam a ter como meta valores abaixo de 40 mg/dL. O documento, elaborado por mais de 20 especialistas, estabelece ainda novos parâmetros para diferentes níveis de risco: baixo (<115 mg/dL), intermediário (<100 mg/dL), alto (<70 mg/dL), muito alto (<50 mg/dL) e extremo (<40 mg/dL).
O documento ressalta que a nova abordagem parte da identificação precoce de fatores agravantes, como histórico familiar de doença cardiovascular precoce e obesidade, e avança até os estágios de risco muito alto e extremo, que exigem tratamento mais intensivo.
Entre as recomendações, destaca-se o uso de terapia combinada para esses grupos, com a associação de estatinas a ezetimiba, terapias anti-PCSK9 e ácido bempedoico — especialmente em casos de intolerância às estatinas ou quando é necessária redução adicional do risco cardiovascular.

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