Deputados da oposição comemoram aprovação do projetoDivulgação/ Agência Câmara de Notícias
Hoje, a segurança pública do Brasil deu um passo histórico.
— Cláudio Castro (@claudiocastroRJ) November 19, 2025
Parabenizo a Câmara dos Deputados pela aprovação do Marco Legal do Combate ao Crime Organizado e o trabalho decisivo do relator, Guilherme Derrite.
Vitória do povo brasileiro no Congresso. A aprovação do Marco Legal da Segurança Pública, relatado pelo nosso secretário @DerriteSP , é um passo decisivo para asfixiar o crime organizado. Acabou a impunidade. Em São Paulo e no Brasil, o recado é claro: Lugar de Bandido é na…
— Tarcísio Gomes de Freitas (@tarcisiogdf) November 19, 2025
VITÓRIA DO BRASIL.
— Sóstenes Cavalcante (@DepSostenes) November 19, 2025
O Marco Legal da Segurança Pública aprovado hoje é um recado direto para quem ainda acredita que o país continuará ajoelhado diante das facções.
O texto relatado pelo secretário @DerriteSP não é enfeite, nem formalidade.
É ruptura.
É enfrentamento real.
É o…
O Congresso deu mais um passo importante, mas ainda temos muito a evoluir.
— Romeu Zema (@RomeuZema) November 19, 2025
Não é momento de comemorar, é momento de trabalhar. Agradeço aos deputados pela aprovação e peço a compreensão dos senadores para avançarmos com essa lei.
Chega de passar a mão na cabeça de terrorista.
O Brasil deu hoje um passo decisivo contra facções criminosas do Brasil. O Governo Lula mandou à Câmara um projeto fraco, cheio de brechas e benefícios para facções, quase um convite para que o Estado continuasse de joelhos. Mas hoje o Congresso fez o que o país esperava: fechou…
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) November 19, 2025
A proposta foi remetida ao Congresso dias após a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão, Zona Norte do Rio, contra o Comando Vermelho, que deixou 121 mortos. O PL 5 582/2025, entregue ao Congresso no último dia 31, endurece os tipos penais para crimes cometidos por integrantes de facções.
Derrite apresentou seis versões do relatório sobre o projeto de lei. O texto foi alvo de disputa entre o Planalto e a oposição e recebeu críticas de delegados, auditores e empresários do setor de combustíveis, que apontavam no relatório ataque à Receita Federal, como mostrou o Estadão.
Após as críticas, Derrite mudou o destino dos bens apreendidos pela Polícia Federal e outras medidas que afetariam a Receita. As mudanças atenderam aos pedidos do governo Lula. Mesmo assim, petistas continuaram críticos e tentaram adiar a votação, mas foram derrotados.

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