Cardiologista Brasil Caiado, que acompanhou a realização de uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral de BolsonaroReprodução/ redes sociais
Os médicos disseram que a cirurgia ocorreu como previsto e que, nos próximos dias, vão avaliar a recuperação de Bolsonaro. Ele deve cumprir um período de tratamento pós-operatório, com analgesia, fisioterapia e profilaxia.
De acordo com a equipe, a ex-primeira-dama está presente como acompanhante no hospital. O ex-presidente pode receber o acompanhante e mais uma visita ou duas visitas. São duas pessoas autorizadas dentro do quarto.
O médico afirmou que Bolsonaro tinha uma hérnia maior no lado direito. Do lado esquerdo, era uma hérnia ainda numa fase inicial, mas que se não resolvesse agora, ele desenvolveria o mesmo quadro clínico. O procedimento corrigiu a hérnia nos dois lados.
De acordo com Birolini, a cirurgia de hérnia durou três horas. O médico também afirmou que considera pedir que Bolsonaro repita um exame de endoscopia durante a internação, para avaliar a esofagite, gastrite e o refluxo.
"Até segunda-feira, como nós estamos inserindo um novo tratamento e mais otimizado, nós vamos ver como é a evolução clínica dele, como está espaçada a redução do soluço, o quadro do soluço", disse.
Caiado prosseguiu: "O soluço é um sintoma dele que preocupa muito porque gera muito cansaço nele, prejudica o sono. Quer dizer, você nos pós-operatório, precisa do organismo se recuperar, e ele está sendo praticamente agredido por esse soluço".
O médico continuou: "É uma preocupação recorrente nossa e dele também. Mas nós estamos muito de olho nisso aí. É um ponto central hoje, além da cirurgia, é essa questão de resolvermos a questão do soluço, na medida que for possível, sempre lembrando: sendo menos invasivo possível. Por isso que a gente vai reavaliar na segunda-feira".
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