Zema participou da sabatina da GloboNews nesta quinta-feiraReprodução / GloboNews
"Eu irei lá quantas vezes forem necessárias, junto com os setores envolvidos, para conversar com o presidente, com os parlamentares e fazer o que for melhor para o Brasil. E também começar a ver o que o Brasil pode fazer de sanções também. Nós não vamos ser capachos dos Estados Unidos nem de ninguém", declarou. Zema, que, no entanto, não detalhou quais setores retaliaria.
Embora tenha criticado a forma como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se relaciona com o governo norte-americano, Zema classificou Trump como "imprevisível" e chamou o republicano de "fanfarrão".
"Nós temos de lembrar que nós temos lá nos Estados Unidos um presidente imprevisível e um tanto quanto fanfarrão, que é uma pessoa que está causando turbulências em boa parte do mundo e que em breve, provavelmente, não estará lá mais", disse ele.
Questionado se via responsabilidade da família Bolsonaro pelo tarifaço, o candidato do Novo respondeu: "Com toda certeza. Se ele o ex-deputado Eduardo Bolsonaro pode contribuir e gosta tanto, deveria ter feito bem para os brasileiros. Fica aí um empurrando para o outro."