Publicado 07/08/2026 07:38
O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, confirmou na noite desta quinta-feira, 6, apoio a 47 candidatos ao Senado em todos os Estados. A lista inclui Arthur Lira (PP) e exclui Ciro Nogueira (PP), presidente do Progressistas.
Flávio ainda não havia anunciado um endosso formal a Lira. Até então, o PL lançaria o deputado Alfredo Gaspar (PL), que deixou a disputa para ser vice da chapa presidencial. Com a saída de Gaspar, Flávio oficializou o apoio a Lira, durante transmissão em seu canal no YouTube. Na live, Flávio leu todos os nomes que terão seu apoio ao Senado. Não confirmou, porém, os apoio a governos estaduais, apenas disse que contará com 22 palanques.
O presidente do PP, Ciro Nogueira, não foi mencionado. No Piauí, Flávio optou por apoiar Tiago Junqueira (PL). A decisão veio após a tentativa frustrada de Flávio de selar uma aliança com o PP de Ciro em âmbito nacional.
Flávio reiterou ainda que apoiará Carlos Jordy (PL) a uma das vagas ao Senado pelo Rio de Janeiro. Antes, o PL havia confirmado endosso a Márcio Canella (União). A troca foi feita após Canella ser preso portando um fuzil.
Leia a lista completa:
Acre:
- Márcio Bittar (PL) e Mara Rocha (MDB)
Alagoas:
- Maria Cândia (PSDB) e Arthur Lira (PP)
Amapá:
- Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD)
Amazonas:
-Capitão Alberto Neto (PL)
Bahia:
- João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos)
Ceará:
- Alcides Fernandes (PL) e Capitão Wagner (União)
Distrito Federal:
- Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)
Espírito Santo:
- Maguinha Malta (PL) e Evair Melo (Republicanos)
Goiás:
- Gustavo Gayer (PL) e Oséias Varão (PL)
Maranhão:
- Cidônio Gonçalves (PL)
Mato Grosso:
- José Medeiros (PL)
Mato Grosso do Sul:
- Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)
Minas Gerais:
- Domingos Sávio (PL)
Pará:
- Delegado Éder Mauro (PL) e Zequinha Marinho (Podemos)
Paraíba:
- Marcelo Queiroga (PL)
Paraná:
- Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL)
Pernambuco:
- Mendonça Filho (PL)
Piauí:
- Tiago Junqueira (PL)
Rio de Janeiro:
- Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL)
Rio Grande do Sul:
- Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo)
Rio Grande do Norte:
- Styvenson Valentim (PSDB) e Coronel Hélio Oliveira (PL)
Rondônia:
- Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)
Roraima:
- Hélio Lopes (PL) e Nicoletti (PL)
Santa Catarina:
- Carlos Bolsonaro (PL) e Caroline de Toni (PL)
São Paulo:
- André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP)
Sergipe:
- Rodrigo Valadares (PL) e Coronel Rocha (PL)
Tocantins:
- Eduardo Gomes (PL) e Carlos Gaguim (União).
PublicidadeFlávio ainda não havia anunciado um endosso formal a Lira. Até então, o PL lançaria o deputado Alfredo Gaspar (PL), que deixou a disputa para ser vice da chapa presidencial. Com a saída de Gaspar, Flávio oficializou o apoio a Lira, durante transmissão em seu canal no YouTube. Na live, Flávio leu todos os nomes que terão seu apoio ao Senado. Não confirmou, porém, os apoio a governos estaduais, apenas disse que contará com 22 palanques.
O presidente do PP, Ciro Nogueira, não foi mencionado. No Piauí, Flávio optou por apoiar Tiago Junqueira (PL). A decisão veio após a tentativa frustrada de Flávio de selar uma aliança com o PP de Ciro em âmbito nacional.
Flávio reiterou ainda que apoiará Carlos Jordy (PL) a uma das vagas ao Senado pelo Rio de Janeiro. Antes, o PL havia confirmado endosso a Márcio Canella (União). A troca foi feita após Canella ser preso portando um fuzil.
Leia a lista completa:
Acre:
- Márcio Bittar (PL) e Mara Rocha (MDB)
Alagoas:
- Maria Cândia (PSDB) e Arthur Lira (PP)
Amapá:
- Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD)
Amazonas:
-Capitão Alberto Neto (PL)
Bahia:
- João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos)
Ceará:
- Alcides Fernandes (PL) e Capitão Wagner (União)
Distrito Federal:
- Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)
Espírito Santo:
- Maguinha Malta (PL) e Evair Melo (Republicanos)
Goiás:
- Gustavo Gayer (PL) e Oséias Varão (PL)
Maranhão:
- Cidônio Gonçalves (PL)
Mato Grosso:
- José Medeiros (PL)
Mato Grosso do Sul:
- Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)
Minas Gerais:
- Domingos Sávio (PL)
Pará:
- Delegado Éder Mauro (PL) e Zequinha Marinho (Podemos)
Paraíba:
- Marcelo Queiroga (PL)
Paraná:
- Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL)
Pernambuco:
- Mendonça Filho (PL)
Piauí:
- Tiago Junqueira (PL)
Rio de Janeiro:
- Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL)
Rio Grande do Sul:
- Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo)
Rio Grande do Norte:
- Styvenson Valentim (PSDB) e Coronel Hélio Oliveira (PL)
Rondônia:
- Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)
Roraima:
- Hélio Lopes (PL) e Nicoletti (PL)
Santa Catarina:
- Carlos Bolsonaro (PL) e Caroline de Toni (PL)
São Paulo:
- André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP)
Sergipe:
- Rodrigo Valadares (PL) e Coronel Rocha (PL)
Tocantins:
- Eduardo Gomes (PL) e Carlos Gaguim (União).
Governos estaduais
Flávio Bolsonaro afirmou ter selado acordo em 22 Estados para apoio nas disputas ao governador. "Estamos com 22 palanques de candidaturas ao governo do Estado que nos apoiam. Conseguimos acabar essa etapa", declarou. Ele lembrou que, em 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contava com apoio em dez Estados.
Flávio Bolsonaro reiterou o apoio a Flávio Roscoe (PL) para a disputa para o governo de Minas Gerais na eleição de 2026. Flávio lembrou que a intenção do partido era apoiar Cleitinho (Republicanos).
"Em função dessa indefinição, esperamos mais de 120 dias. Chegou no último dia, tomamos a decisão de lançar meu xará Flávio Roscoe. Parece que Cleitinho está ainda buscando alguma forma de se candidatar, mas era uma insegurança jurídica muito grande, não poderíamos correr o risco de ficar sem palanque", declarou.
Cleitinho mudou de ideia algumas vezes sobre sua candidatura ao governo mineiro.
Flávio Bolsonaro reiterou o apoio a Flávio Roscoe (PL) para a disputa para o governo de Minas Gerais na eleição de 2026. Flávio lembrou que a intenção do partido era apoiar Cleitinho (Republicanos).
"Em função dessa indefinição, esperamos mais de 120 dias. Chegou no último dia, tomamos a decisão de lançar meu xará Flávio Roscoe. Parece que Cleitinho está ainda buscando alguma forma de se candidatar, mas era uma insegurança jurídica muito grande, não poderíamos correr o risco de ficar sem palanque", declarou.
Cleitinho mudou de ideia algumas vezes sobre sua candidatura ao governo mineiro.
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