Arte coluna Além da Vida 07 fevereiro 2026Arte Paulo Márcio
Segundo a visão do Espiritismo e de diversas correntes espiritualistas, a percepção dos espíritos não depende de órgãos físicos (como olhos ou ouvidos), mas sim das propriedades do perispírito (o corpo espiritual). Aqui estão os principais pontos que explicam como essa comunicação e percepção funcionam:
1. Percepção Geral (o sentido do espírito)
Diferente de nós, que captamos estímulos por órgãos específicos, o espírito tem uma percepção generalizada. É como se ele sentisse e visse por todo o seu ser. Sobre a visão e a audição: eles não precisam de luz ou ondas sonoras físicas para perceber. Eles captam as vibrações e o pensamento das pessoas.
2. A Sintonia Vibratória
Este é o conceito mais importante. Ver ou ouvir os parentes depende da sintonia. Se os pensamentos de quem ficou na Terra estão em harmonia com os do espírito (sentimentos de amor, prece e saudade equilibrada), cria-se uma espécie de "ponte".
Quando as pessoas na Terra estão em desespero profundo ou revolta, as vibrações podem se tornar densas, dificultando que o espírito se aproxime ou "enxergue" com clareza a situação.
3. O Pensamento como Linguagem
Para os espíritos, o pensamento é algo quase tangível. A fala: quando você pensa em um ente querido com carinho ou faz uma oração, esse pensamento emite uma onda que chega até ele. Eles "ouvem" a intenção e o sentimento por trás das palavras, não necessariamente o som da voz. A imagem: eles veem a aura e o estado emocional dos parentes. Um espírito protetor pode perceber se um familiar está doente ou triste através das alterações nas cores e na luminosidade do perispírito da pessoa encarnada.
4. Limitações e Permissões
Nem todo espírito consegue ver seus parentes o tempo todo. Isso depende de alguns fatores: Espíritos mais esclarecidos têm maior facilidade de locomoção e percepção. Estado Emocional do Espírito: se o espírito ainda estiver muito apegado ou confuso após a transição, ele pode ser impedido de ver os parentes para evitar sofrimento mútuo. Trabalho e Missão: no mundo espiritual, eles também têm tarefas. Eles não ficam "vigiando" os vivos 24 horas por dia; eles vêm em momentos de necessidade ou durante o sono dos parentes.
O papel do sono
Um dos momentos em que essa interação é mais clara ocorre quando nós dormimos. O espírito de quem está vivo se desprende parcialmente do corpo (emancipação da alma) e pode se encontrar com os parentes desencarnados no plano espiritual. Ao acordar, a pessoa pode sentir uma sensação de paz ou ter um "sonho" muito nítido, que na verdade foi um encontro real. A visão deles é uma leitura da alma e das vibrações. O amor é o fio condutor que permite que eles saibam como estamos e que nos acompanhem.
1. Percepção Geral (o sentido do espírito)
Diferente de nós, que captamos estímulos por órgãos específicos, o espírito tem uma percepção generalizada. É como se ele sentisse e visse por todo o seu ser. Sobre a visão e a audição: eles não precisam de luz ou ondas sonoras físicas para perceber. Eles captam as vibrações e o pensamento das pessoas.
2. A Sintonia Vibratória
Este é o conceito mais importante. Ver ou ouvir os parentes depende da sintonia. Se os pensamentos de quem ficou na Terra estão em harmonia com os do espírito (sentimentos de amor, prece e saudade equilibrada), cria-se uma espécie de "ponte".
Quando as pessoas na Terra estão em desespero profundo ou revolta, as vibrações podem se tornar densas, dificultando que o espírito se aproxime ou "enxergue" com clareza a situação.
3. O Pensamento como Linguagem
Para os espíritos, o pensamento é algo quase tangível. A fala: quando você pensa em um ente querido com carinho ou faz uma oração, esse pensamento emite uma onda que chega até ele. Eles "ouvem" a intenção e o sentimento por trás das palavras, não necessariamente o som da voz. A imagem: eles veem a aura e o estado emocional dos parentes. Um espírito protetor pode perceber se um familiar está doente ou triste através das alterações nas cores e na luminosidade do perispírito da pessoa encarnada.
4. Limitações e Permissões
Nem todo espírito consegue ver seus parentes o tempo todo. Isso depende de alguns fatores: Espíritos mais esclarecidos têm maior facilidade de locomoção e percepção. Estado Emocional do Espírito: se o espírito ainda estiver muito apegado ou confuso após a transição, ele pode ser impedido de ver os parentes para evitar sofrimento mútuo. Trabalho e Missão: no mundo espiritual, eles também têm tarefas. Eles não ficam "vigiando" os vivos 24 horas por dia; eles vêm em momentos de necessidade ou durante o sono dos parentes.
O papel do sono
Um dos momentos em que essa interação é mais clara ocorre quando nós dormimos. O espírito de quem está vivo se desprende parcialmente do corpo (emancipação da alma) e pode se encontrar com os parentes desencarnados no plano espiritual. Ao acordar, a pessoa pode sentir uma sensação de paz ou ter um "sonho" muito nítido, que na verdade foi um encontro real. A visão deles é uma leitura da alma e das vibrações. O amor é o fio condutor que permite que eles saibam como estamos e que nos acompanhem.

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