Aristóteles DrummondAristóteles Drummond
O Brasil vive um momento de total distanciamento do bom senso, do razoável, adotando e defendendo medidas que prejudicam o desenvolvimento econômico e social, indispensável para melhorar a vida da população mais sofrida.
Os governos dão o mau exemplo aumentando a dívida pública, aumentando impostos, alimentando a burocracia, relaxando na prestação de bons serviços de segurança, saúde e educação.
Temos uma das economias mais fechadas do mundo ocidental. Uma mentalidade hostil ao investimento e a atração de capitais externos, que trazem qualidade e produtividade, gerando bons empregos. Não basta ter emprego, mas sim bons empregos. A falta de preparo de nossa mão de obra nos leva a ter uma média salarial inferior a outros países, mesmo na América do Sul, como Chile, Uruguai e agora a Argentina. O Chile, mesmo nos governos de esquerda, não ousou mexer nas reformas da equipe de economistas de Chicago, liberais, que implementaram no governo do presidente Pinochet e dobraram a média salarial do país. O Uruguai, também com governos de esquerda, nunca pensou em alterar sua política de acolher investidores de fora e, assim, tem emprego de qualidade para sua juventude.
Nossa pauta é populista e eleitoreira. Ao invés de mais horas trabalhadas para melhorar a produtividade que é baixa, querem diminuir a carga horária, assim como aumentar a quantidade de feriados, e com a imensa parcela da população a receber auxílios de fundos sociais. Não se estimula o trabalho, mas o ócio. E quem paga esta conta é quem trabalha e produz.
A polarização ideológica provoca absurdos como parte da população estar mais preocupada com a segurança dos marginais do que de suas vítimas. Os inocentes que perdem a vida e os policiais que tombam no cumprimento do dever são ignorados em nome dos “direitos humanos” e não para humanos.
Neste mundo da informação, é inacreditável que a maioria da população não saiba que não é este o caminho e que este tipo de discurso político contraria o interesse nacional e a qualidade de vida de todos. Tolera-se a corrupção ou se justifica o erro.
Uma sociedade em que mesmo sua parcela mais esclarecida se deixa levar por lideranças primárias, dos dois lados, precisa meditar e avaliar melhor seu papel no processo político e econômico. O bom senso recomenda que se opte por uma terceira via que una e não estimule a divisão que torna o país ingovernável ganhe quem ganhar. Voto responsável e não passional.
Falta hoje ao país os ingredientes para melhorar; mais trabalho, mais disciplina, mais preparo, menos burocracia, menos estado e maior liberdade econômica.
Os governos dão o mau exemplo aumentando a dívida pública, aumentando impostos, alimentando a burocracia, relaxando na prestação de bons serviços de segurança, saúde e educação.
Temos uma das economias mais fechadas do mundo ocidental. Uma mentalidade hostil ao investimento e a atração de capitais externos, que trazem qualidade e produtividade, gerando bons empregos. Não basta ter emprego, mas sim bons empregos. A falta de preparo de nossa mão de obra nos leva a ter uma média salarial inferior a outros países, mesmo na América do Sul, como Chile, Uruguai e agora a Argentina. O Chile, mesmo nos governos de esquerda, não ousou mexer nas reformas da equipe de economistas de Chicago, liberais, que implementaram no governo do presidente Pinochet e dobraram a média salarial do país. O Uruguai, também com governos de esquerda, nunca pensou em alterar sua política de acolher investidores de fora e, assim, tem emprego de qualidade para sua juventude.
Nossa pauta é populista e eleitoreira. Ao invés de mais horas trabalhadas para melhorar a produtividade que é baixa, querem diminuir a carga horária, assim como aumentar a quantidade de feriados, e com a imensa parcela da população a receber auxílios de fundos sociais. Não se estimula o trabalho, mas o ócio. E quem paga esta conta é quem trabalha e produz.
A polarização ideológica provoca absurdos como parte da população estar mais preocupada com a segurança dos marginais do que de suas vítimas. Os inocentes que perdem a vida e os policiais que tombam no cumprimento do dever são ignorados em nome dos “direitos humanos” e não para humanos.
Neste mundo da informação, é inacreditável que a maioria da população não saiba que não é este o caminho e que este tipo de discurso político contraria o interesse nacional e a qualidade de vida de todos. Tolera-se a corrupção ou se justifica o erro.
Uma sociedade em que mesmo sua parcela mais esclarecida se deixa levar por lideranças primárias, dos dois lados, precisa meditar e avaliar melhor seu papel no processo político e econômico. O bom senso recomenda que se opte por uma terceira via que una e não estimule a divisão que torna o país ingovernável ganhe quem ganhar. Voto responsável e não passional.
Falta hoje ao país os ingredientes para melhorar; mais trabalho, mais disciplina, mais preparo, menos burocracia, menos estado e maior liberdade econômica.



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