O comunicador faleceu em outubro de 2024Reprodução/Instagram
A petição ainda afirma que a então esposa de Cid Moreira teria vendido imóveis de aproximadamente R$ 3 milhões, mas só declarou parte dos montantes recebidos. Também é mencionada a criação da empresa Fama Comunicações Voz E Eirelli, em que foram concentrados os ganhos do antigo âncora do "Jornal Nacional", incluindo a comercialização de CDs religiosos nos quais Roger teria participado da produção.
Além da questão financeira, o processo aponta situações de negligência no cuidado com o ex-apresentador. O caseiro Manoel Francisco de Lima relatou momentos em que o comunicador ficava sem alimentação adequada e aparecia com ferimentos, supostamente causados por acidentes. Outros colaboradores reforçaram as acusações de maus-tratos.
“Diante desse conjunto probatório harmônico e convergente — formado por testemunhos diretos, confiáveis e consistentes, e por laudo pericial grafotécnico de alto rigor técnico — não restam dúvidas de que Cid Moreira foi vítima de manipulação emocional, isolamento social, fraudes documentais e esvaziamento patrimonial contínuo e deliberado, arquitetado por Maria de Fátima Sampaio Moreira”, conclui o documento.
Mesmo após a morte do jornalista, Maria de Fátima continuaria explorando a imagem dele, comercializando mensagens personalizadas com uso de inteligência artificial nas redes sociais. A ação movida pelos filhos busca responsabilizá-la judicialmente por abuso patrimonial e emocional contra o ex-marido. As informações foram divulgadas pelo portal LeoDias.

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