A família do empresário é de origem húngaraReprodução/Instagram
O assunto entrou em pauta quando o "Primo Rico" perguntou ao convidado se ele era um homem de fé e se isso o tinha ajudado em sua carreira. "Eu não tive essa influência muito da religião, porque meus pais não eram muito ligados. Minha mãe era mais ligada, meu pai era zero, meu pai era ateu, e eu virei ateu. Então, assim, eu não tenho religião. Respeito demais as religiões, acho que elas são muito importantes, principalmente para as pessoas. São um apoio importante, né?", disse ele.
Apesar disso, o marido de Ana Paula Siebert revelou que não é totalmente descrente. "Eu acredito muito em energia, acredito muito na troca de energia. Acredito que tem uma energia aqui nessa sala, tem energia com as pessoas, tem troca, tem força. Eu acredito nessas coisas, acredito bastante no universo. Essas coisas meio inexplicáveis. Mas sou muito mais do lado da ciência, do Big Bang, da teoria da evolução do que Adão e Eva", explicou.
O ricaço ainda contou que, apesar de ser ateu, também gosta de conversar com líderes religiosos e outros estudiosos sobre o assunto. "Eu adoro discutir, falar com padre, com rabino, com teólogo, porque eu faço um monte de perguntas. Se eu perguntar só para eles: 'Cadê os dinossauros?', porque eles falam que o mundo nasceu há sei lá quantos mil anos só, e não milhões de anos. 'E os dinossauros?', aí eles não têm resposta. Mas tudo bem, não vou discutir aqui a validade das coisas, porque eu respeito demais", concluiu.

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