Máquina transforma lixo fabril em produto reaproveitáveldivulgação
A ansiedade do carioca e a demanda reprimida de roupas de frio mofando nos armários fazem com que baste chuviscar, nublar um pouco ou os termômetros se aproximarem dos 20 graus para que saiam às ruas fortemente agasalhados, como se estivessem indo para a Antártica. Muitos vão até o frio participando de "programas de inverno"
O turismo e o comércio de vestuário garantem uma expressiva arrecadação para prefeituras e distritos. No entanto, a área é vulnerável a intensos eventos climáticos. Frequentemente resultam em catástrofes. Sendo assim, cabe ao poder público, com o apoio de moradores e empresários locais, a adoção de mais medidas mitigadoras.
Implantação de ações e comportamento são urgentes, até porque, além dos prejuízos materiais, o cliente e o visitante demoram um bom tempo para voltarem. Uma excelente oportunidade para discutir a temática e compartilhar boas práticas de mitigação será a Fevest Experience 2025, maior feira do setor na América Latina, que acontece de 24 a 26 deste mês.
Que os empresários aproveitem para debater sustentabilidade e não fiquem restritos às vendas. Um bom exemplo, que promete ser o destaque da feira de negócios, é uma máquina que transforma retalhos e aparas descartados no processo fabril. Desenvolvida com tecnologia local, converte o material para reaproveitamento, reduzindo o impacto ambiental.
O produto final, conhecido como estopa costurada, tem mercado garantido em oficinas mecânicas, postos de gasolina, estaleiros e indústrias em geral, especialmente para limpeza de peças e ferramentas durante a produção ou manutenção.
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