Árvore de Natal flutuante em BotafogoRapha Urjais/divulgação
Se não bastasse ter inventado a primeira árvore de Natal flutuante do mundo e ter entrado duas vezes para o Livro dos Recordes como a estrutura natalina mais alta, em 1999 e 2007, o Rio de Janeiro agora abriga duas estruturas semelhantes.
Além de dividirem as atenções, elas também competem em investimentos, patrocínios e critérios de sustentabilidade.
Num universo cada vez mais instagramável, ambas estão instaladas em pontos turísticos icônicos, conhecidos internacionalmente. Após cinco anos de ausência, a pioneira retorna ao espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas, praticamente sob os braços do monumento do Cristo Redentor, eleito uma das sete maravilhas do Mundo Moderno.
Sua reintrodução a esse cartão-postal coincide com a estreia da concorrente, que está ancorada na Enseada de Botafogo, tendo ao fundo o admirado Pão de Açúcar.
Num universo cada vez mais instagramável, ambas estão instaladas em pontos turísticos icônicos, conhecidos internacionalmente. Após cinco anos de ausência, a pioneira retorna ao espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas, praticamente sob os braços do monumento do Cristo Redentor, eleito uma das sete maravilhas do Mundo Moderno.
Sua reintrodução a esse cartão-postal coincide com a estreia da concorrente, que está ancorada na Enseada de Botafogo, tendo ao fundo o admirado Pão de Açúcar.
“É muito icônico estar aqui na nossa principal casa do Brasil, que é a Praia de Botafogo, ainda mais quando a gente vai ter a chance de ver a primeira árvore a ser acendida na Enseada”, explicou Catarina Lopes, diretora de marketing da Coca-Cola Brasil, patrocinadora máster do projeto.
Árvore de Botafogo
Com 80 metros de altura, o equivalente a um prédio de 30 andares, a estreante optou por iluminação totalmente em LED, instalando 2,3 milhões de lâmpadas. Erguida a uma distância de 100 metros da areia da Praia de Botafogo, pode ser observada ao longo de cerca de 700 metros da orla.
Conta ainda com bombas que projetam jatos responsáveis por retirar e devolver água da própria Baía de Guanabara.
Para evitar a repetição de incidentes registrados no histórico da Lagoa, quando a alegoria natalina ficou à deriva, e também para enfrentar o aumento da intensidade dos fenômenos climáticos, a árvore de Botafogo foi projetada para resistir a ventos de até 150 km/h.
Com 80 metros de altura, o equivalente a um prédio de 30 andares, a estreante optou por iluminação totalmente em LED, instalando 2,3 milhões de lâmpadas. Erguida a uma distância de 100 metros da areia da Praia de Botafogo, pode ser observada ao longo de cerca de 700 metros da orla.
Conta ainda com bombas que projetam jatos responsáveis por retirar e devolver água da própria Baía de Guanabara.
Para evitar a repetição de incidentes registrados no histórico da Lagoa, quando a alegoria natalina ficou à deriva, e também para enfrentar o aumento da intensidade dos fenômenos climáticos, a árvore de Botafogo foi projetada para resistir a ventos de até 150 km/h.
Retorno da Árvore da Lagoa
Um pouco menor que a irmã caçula, a pioneira retorna ao espelho d’água com 60 metros de altura. Sua ornamentação utilizou 30 quilômetros de mangueiras de LED e neon flex, reduzindo o consumo elétrico em 30% em relação à última edição.
Ainda no campo da sustentabilidade, apresenta uma iniciativa inédita. A energia que ilumina a árvore é fornecida por geradores que utilizam o diesel tipo R. Desenvolvido pela Petrobras, o combustível é produzido a partir de matérias-primas de origem vegetal e animal. Sua composição conta com 10% de conteúdo renovável, além de uma parcela de 15% de biodiesel.
O diesel R pode reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa em sua fração renovável. A projeção é de que seja possível evitar até 87% das emissões poluentes em comparação com os combustíveis tradicionais.
O grande diferencial da pioneira é a longa parceria e o patrocínio da Petrobras, que transfere sua tecnologia para o projeto. A versão atual avança em eficiência energética mais limpa. A estatal brasileira foi responsável por garantir a ousadia do projeto natalino da Lagoa, utilizando a expertise adquirida com as plataformas de exploração marítima de petróleo para projetar a base de sustentação da árvore de Natal.
Um pouco menor que a irmã caçula, a pioneira retorna ao espelho d’água com 60 metros de altura. Sua ornamentação utilizou 30 quilômetros de mangueiras de LED e neon flex, reduzindo o consumo elétrico em 30% em relação à última edição.
Ainda no campo da sustentabilidade, apresenta uma iniciativa inédita. A energia que ilumina a árvore é fornecida por geradores que utilizam o diesel tipo R. Desenvolvido pela Petrobras, o combustível é produzido a partir de matérias-primas de origem vegetal e animal. Sua composição conta com 10% de conteúdo renovável, além de uma parcela de 15% de biodiesel.
O diesel R pode reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa em sua fração renovável. A projeção é de que seja possível evitar até 87% das emissões poluentes em comparação com os combustíveis tradicionais.
O grande diferencial da pioneira é a longa parceria e o patrocínio da Petrobras, que transfere sua tecnologia para o projeto. A versão atual avança em eficiência energética mais limpa. A estatal brasileira foi responsável por garantir a ousadia do projeto natalino da Lagoa, utilizando a expertise adquirida com as plataformas de exploração marítima de petróleo para projetar a base de sustentação da árvore de Natal.
Contatos do Colunista Luiz André Ferreira
e-mail: pautasresponsaveis@gmail.com
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