Tainá estreia embalada como presente de Natalimagem de divulgfação
Por questões históricas, diferenças climáticas, de fuso horário e culturais, por aqui as atividades natalinas mais importantes ocorrem na véspera, transformando o dia 25 em uma espécie de dia da ressaca, quando até o almoço costuma ser requentado do que foi preparado na noite anterior.
São poucas as opções de lazer e atividades culturais. Teatros, casas de espetáculo e espaços culturais costumam não funcionar. O máximo que se vê são crianças exibindo os brinquedos deixados na véspera pelo Bom Velhinho em cidades litorâneas, parques e praças.
Dentro dessa escassez de alternativas, nos últimos anos vem chamando atenção a grande procura por salas de cinema como praticamente única opção cultural e de lazer. Diante disso, o dia 25 passa a ganhar um caráter emblemático e especial para este segmento.
São poucas as opções de lazer e atividades culturais. Teatros, casas de espetáculo e espaços culturais costumam não funcionar. O máximo que se vê são crianças exibindo os brinquedos deixados na véspera pelo Bom Velhinho em cidades litorâneas, parques e praças.
Dentro dessa escassez de alternativas, nos últimos anos vem chamando atenção a grande procura por salas de cinema como praticamente única opção cultural e de lazer. Diante disso, o dia 25 passa a ganhar um caráter emblemático e especial para este segmento.
Nova Aventura de Tainá
Não à toa, a Paris Filmes, maior distribuidora brasileira independente no mercado nacional e da América Latina, escolheu o dia de Natal para a estreia da continuação de um de seus títulos mais emblemáticos.
Trata-se de “Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul”, que celebra a floresta por meio de uma narrativa lúdica, sensível e voltada a todas as idades. A nova produção recria o universo da personagem, que marcou gerações nos anos 2000 com seus três filmes em live action, em uma aventura que ressalta a força cultural, espiritual e ambiental da maior floresta tropical do mundo.
A obra apresenta uma Amazônia viva, diversa e repleta de simbolismos, conectando o espectador a temas como cuidado, preservação e respeito à natureza, sempre de forma orgânica e narrativa, sem caráter didático. Trata-se de uma experiência que reforça o papel da ficção como porta de entrada para o imaginário da floresta e para a compreensão de sua relevância socioambiental
Não à toa, a Paris Filmes, maior distribuidora brasileira independente no mercado nacional e da América Latina, escolheu o dia de Natal para a estreia da continuação de um de seus títulos mais emblemáticos.
Trata-se de “Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul”, que celebra a floresta por meio de uma narrativa lúdica, sensível e voltada a todas as idades. A nova produção recria o universo da personagem, que marcou gerações nos anos 2000 com seus três filmes em live action, em uma aventura que ressalta a força cultural, espiritual e ambiental da maior floresta tropical do mundo.
A obra apresenta uma Amazônia viva, diversa e repleta de simbolismos, conectando o espectador a temas como cuidado, preservação e respeito à natureza, sempre de forma orgânica e narrativa, sem caráter didático. Trata-se de uma experiência que reforça o papel da ficção como porta de entrada para o imaginário da floresta e para a compreensão de sua relevância socioambiental
Fafá de Belém: nosso Noel
Na história, Tainá (voz de Juliana Nascimento) inicia seu treinamento para se tornar Guardiã da Amazônia sob a orientação da ancestral Mestra Aí, interpretada por Fafá de Belém. A perda da lendária Flecha Azul desencadeia uma jornada de autoconhecimento e alianças, ao lado de Catu, Pepe e Suri. Esses encontros revelam valores como amizade, solidariedade e respeito aos animais, temas que dialogam com discussões contemporâneas sobre cuidado ambiental.
Dirigido por Alê Camargo e Jordan Nugem, com roteiro de Gustavo Colombo, o filme acompanha a busca de Tainá pela lendária Flecha Azul, objeto que guia os Guardiões da Amazônia. O desafio provoca descobertas e reforça conceitos como amizade, união e zelo pela floresta.
Na história, Tainá (voz de Juliana Nascimento) inicia seu treinamento para se tornar Guardiã da Amazônia sob a orientação da ancestral Mestra Aí, interpretada por Fafá de Belém. A perda da lendária Flecha Azul desencadeia uma jornada de autoconhecimento e alianças, ao lado de Catu, Pepe e Suri. Esses encontros revelam valores como amizade, solidariedade e respeito aos animais, temas que dialogam com discussões contemporâneas sobre cuidado ambiental.
Dirigido por Alê Camargo e Jordan Nugem, com roteiro de Gustavo Colombo, o filme acompanha a busca de Tainá pela lendária Flecha Azul, objeto que guia os Guardiões da Amazônia. O desafio provoca descobertas e reforça conceitos como amizade, união e zelo pela floresta.
“O longa-metragem tem muita aventura, ação e comédia, fazendo uma transição entre os filmes live action e a série animada”, conta o roteirista.
Antes do lançamento comercial, a animação teve sessões especiais na #COP30 com pré-exibições na Casa BNDES, em Belém, no Festival do Rio e na CCXP, onde encantou o público.
Antes do lançamento comercial, a animação teve sessões especiais na #COP30 com pré-exibições na Casa BNDES, em Belém, no Festival do Rio e na CCXP, onde encantou o público.
Contatos do Colunista Luiz André Ferreira
e-mail: pautasresponsaveis@gmail.com
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