Manifestantes cariocas pedem por justiçaacervo da Coluna
Com repercussão internacional, o caso gerou manifestações em diversas partes do país. No Rio de Janeiro, foram registrados pelo menos três atos de repúdio neste domingo, no Leme, em Copacabana e no Aterro do Flamengo, em frente ao Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial.
Nem mesmo os 35 graus à sombra desanimaram os integrantes da passeata que seguiu pela orla de Copacabana no meio do dia. Aos gritos de “Não são crianças, são assassinos”, os participantes protestavam contra a tentativa dos advogados em minimizar o crime, alegando imaturidade e falta de compreensão da gravidade do ato.
Na porta do emblemático Hotel Copacabana Palace, faixas chamaram a atenção para os maus-tratos sofridos pelo cão, chamado Orelha. No local, ONGs também organizaram um abaixo-assinado em apoio à mobilização. Ativistas e defensores da causa acamparam na famosa calçada neste domingo, ganhando adesão de turistas nacionais e estrangeiros.
A Delegacia Especializada de Santa Catarina precisou aguardar para dar prosseguimento, pois, “coincidentemente”, parte dos envolvidos havia viajado de férias para fora do país.
Além da sessão de tortura que levou Orelha à eutanásia veterinária, o grupo é suspeito de tentar afogar um segundo cachorro, chamado Caramelo, que conseguiu escapar.
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