Dr Serginho (PL) recebeu a Cantata de Natal da APAE, nesta quarta-feira (3)Ascom
O prefeito explicou que a autorização dada pela Prefeitura vale exclusivamente para a queima institucional, realizada em balsas posicionadas "no meio do mar", com estudo técnico que, segundo ele, garante que o ruído não ultrapasse limites prejudiciais à população no centro urbano. "É uma exceção à regra. Pelo poder público é autorizado. Pelo particular, não", frisou.
Apesar disso, Dr. Serginho admitiu que o problema maior está justamente nos fogos particulares, sobre os quais o município não consegue exercer controle. Ele citou, como exemplo, o recente jogo do Flamengo, quando torcedores lançaram fogos por toda a cidade. "É praticamente impossível fiscalizar tudo. Isso incomoda PCDs, idosos e animais", reconheceu.
O prefeito argumentou ainda que a queima de fogos no Réveillon é um dos principais fatores que levam a rede hoteleira a registrar quase 100% de ocupação no período. Por isso, afirma que a administração tem buscado reduzir impactos, mantendo as balsas a grande distância da praia e oferecendo estrutura de acolhimento. "O PCD que quiser acompanhar a família terá tenda do autista, abafadores e todo cuidado", garantiu.
A entrevista ocorreu logo após a Cantata de Natal da Apae, realizada em frente à Prefeitura, onde alunos agradeceram ao programa municipal "Tributo do Amor", que permite o perdão de dívidas em troca de doações para entidades que atendem pessoas com deficiência.
Dr. Serginho concluiu projetando "recorde de público" no Réveillon de 2025, com Sorriso Maroto e expectativa de "um milhão de pessoas na Praia do Forte".
"Vai ser um final de ano muito bacana", resumiu.

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