O enredo 'Salgueiro de Corpo Fechado' foi desenvolvido por Jorge SilveiraRachel Siston / Agência O Dia
O carnavalesco destacou que a agremiação tem orgulho de ser formada pela ancestralidade preta, macumbeira e a marca do Rio de Janeiro. "Esse Carnaval é para a comunidade da escola se reconhecer. (Esse desfile tem) objetos, rituais e, sobretudo, muita fé, porque o Salgueiro é um povo de muita e vai materializar essa fé na Avenida agora", afirmou Silveira, que completou: "Vai sair todo mundo daqui hoje com o corpo fechado".
O coreógrafo da Comissão de Frente, Paulo Pinna, garante que a encenação vai fazer os salgueirenses e amantes do Carnaval se arrepiarem, por se reencontrarem com sua identidade.
"O Salgueiro está se reencontrando com a sua identidade, com seu povo, sua raça. Então, a gente vai fazer as pessoas verem o Salgueiro com cara de Salgueiro. E vai pegar fogo no gongá, vamos arrepiar!", enfatizou.
Dedicação à escola é ritual de carnavalesco
Jorge Silveira contou que fez suas orações e pedidos antes da passagem da Vermelho e Branco do Morro do Salgueiro pelo Sambódromo. Entretanto, pontua que seu principal ritual é a dedicação à agremiação.
"Meu maior ritual é chegar cedo no barracão, trabalhar muito, pensar nos detalhes para a gente ter um dia tranquilo na montagem da escola. Graças a Deus deu tudo certo, vamos disputar", disse Jorge.



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