Karoline Lima reencontra Cássia Lourenço e fala sobre rivalidade reprodução Instagram
Karoline brincou sobre o atraso da amiga e sugeriu que foi "olho gordo" na amizade recém-reaproximada. "Esperando a Cássia. Botaram olho no negócio, até o carro da menina deu problema”, contou nos Stories.
Como nasceu a amizade
Cássia e Éder Militão namoraram por pouco tempo após o fim da relação dele com Karoline. Durante esse período, chegou a fazer uma tatuagem em homenagem ao jogador. Vídeos dos pais de Cecília dançando juntos no aniversário de 1 ano da menina incomodaram Cássia, que decidiu bloquear Karoline e enviou indiretas nas redes sociais.
“Eu senti mágoa e algo travando. Me mandaram esse vídeo falando que ela estava falando de mim. E eu falei: ‘Posso ser bem sincera? Não consigo desgostar dela. Sei que a gente teve nossas desavenças, fiz besteira, mas vejo verdade nela’. Aí a pessoa falou para eu mandar mensagem para ela e acabar com essa história de rivalidade. Eu respondi que até mandaria, mas que era bloqueada de tudo”, relembrou.
Cássia contou que chorou ao receber a mensagem: "Ela era bloqueada desde aquelas tretas. Só resumindo: rolava muita mentira aqui na internet e a gente precisava conversar. No dia em que ela me mandou mensagem, chorei. Faz um mês e desde então a gente se fala pelo WhatsApp todos os dias.”
Luto do fim do relacionamento
Antes do encontro, Karoline comentou com seguidores sobre o término com Léo Pereira e rebateu os conselhos para "viver o luto" da separação.
“Estou vendo algumas mulheres me mandar: ‘Karol, não se cobre tanto, você tem que viver o luto também. Tem que sofrer, tem que chorar e entender o processo’. Eu super concordo que existem situações que a gente tem que se abster, colocar a cabeça no lugar, entender [a situação] e voltar pra si, mas tem outras situações também que a gente tem que parar pra pensar se o luto já não foi vivido”, explicou.
A influenciadora completou dizendo que já passou por essa fase antes mesmo do término.
"Às vezes, a gente já viveu o luto e, quando acaba, quer viver o luto de novo. Se você já viveu, agora é fazer por você. O que você tinha que fazer pelos outros, você já fez. Não gosto de vir com esse papo de coach, mas acho que eu tenho que ser real”, afirmou.







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