Pablo Marçal tenta impedir exibição de programa do SBT na JustiçaReprodução / X

Rio - O empresário e influenciador digital Pablo Marçal entrou com uma ação judicial para impedir a exibição de sua participação no programa "No Alvo", do SBT. Apesar da tentativa, a atração foi ao ar, estreando na noite desta segunda-feira (14).
A situação foi comentada no "Programa do Ratinho", da mesma emissora. "Hoje tem a estreia do 'No Alvo', é um programa novo. Hoje o 'No Alvo' estará com o Pablo Marçal. Já gravou o programa, só que entrou na Justiça porque não quer o programa [ir ao ar]", falou o apresentador da atração.
"Que conversa é essa? Então porque veio aqui? O ex-Governador de São Paulo, João Dória, veio e na terceira pergunta não aguentou. Falou: 'Parei'. Foi embora e proibiu. Eu acho que os advogados do SBT, que são competentes, tem que colocar o programa no ar, tem que ganhar", disparou Ratinho.
'No Alvo' com Pablo Marçal
No programa, o convidado encara uma entrevista intensa, direta e estruturada a partir de pesquisas feitas com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial, que vasculham tudo o que já foi dito, publicado ou comentado sobre ele.
Durante o programa, o coach precisou responder perguntas delicadas feita pela IA, como: "Você fala tanto em liderar o Brasil, mas como fazer isso sem poder ser candidato? Ou você está treinando para comandar no bastidores mesmo sendo inelegível?".

Marçal, então, respondeu. "Decisão temporária de primeira instância. Acredito que todas essas situação serão revertidas. Nos dois primeiros processo não têm prova cabal. Eu enquanto jurista estou em paz em relação a isso. A não ser que apareça algum movimento para tentar me parar mesmo de forma supralegal. Mas não acredito nessa inelegibilidade".

"Você fala tanto em liderar o Brasil, mas como fazer isso sem poder ser candidato? Ou você está treinando para comandar no bastidores mesmo sendo inelegível?", questionou a IA do programa.

"Decisão temporária de primeira instância. Acredito que todas essas situação serão revertidas. Nos dois primeiros processo não têm prova cabal. Eu enquanto jurista estou em paz em relação a isso. A não ser que apareça algum movimento para tentar me parar mesmo de forma supralegal. Mas não acredito nessa inelegibilidade".

"Você fala tanto em liderar o Brasil, mas como fazer isso sem poder ser candidato? Ou você está treinando para comandar no bastidores mesmo sendo inelegível?", questionou a IA do programa.

"Decisão temporária de primeira instância. Acredito que todas essas situação serão revertidas. Nos dois primeiros processo não têm prova cabal. Eu enquanto jurista estou em paz em relação a isso. A não ser que apareça algum movimento para tentar me parar mesmo de forma supralegal. Mas não acredito nessa inelegibilidade".
Marçal foi candidato à Prefeitura de São Paulo em 2024. Em fevereiro deste ano, tornou-se inelegível após decisão da Justiça Eleitoral paulista, que condenou o empresário a oito anos por abuso de poder econômico e político.

E a entrevista continuou. "Na última campanha você disse que pagaria US$ 1 milhão para quem encontrasse um processo contra você. A pergunta é: 'Já pagou essa promessa?'", indagou a IA durante a atração.

O empresário rebateu. "Acho que isso é Fake News [notícia falsa]. Não é processo contra mim, era eu, Pablo, pessoa física movendo processo até aquela data contra outra pessoa. A única coisa que tinha era de direito público. E várias pessoas entraram com essa ação tentando ganhar dinheiro fácil. Todas perderam e tem as últimas que estão perdendo porque o judiciário entende de Lei. Então, não faz o mínimo de sentido"

Em seguida, foi perguntado sobre o compartilhamento de notícias falsas. "Durante a eleição você foi acusado de espalhar Fake News, seja honesto, vale tudo para vencer?".

"Em momento nenhum eu tive consciência. Nas minhas redes sociais, não sou eu que posto. Então algumas vezes eu vi informações que não eram checadas e eu mesmo pedia para derrubar quando checava. Então realmente o time fica emocionado com eleição. Eu não acho que vale tudo para vencer uma eleição. Da minha parte isso jamais é validado", afirmou Pablo.