Rio - O tímido crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas num país, ficou em 0,2% no segundo trimestre e chegou a R$ 1,6 trilhão. Os dados fazem parte de pesquisa divulgada ontem pelo IBGE. Com o ‘Pibinho’ registrado, o acumulado nos quatro últimos trimestres continua negativo em 1,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.
Com o resultado do segundo trimestre, o PIB fecha os primeiros seis meses do ano com “variação nula” em relação ao primeiro semestre de 2016. O número do Pibinho foi comemorado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
“Esta retomada da atividade irá se fortalecer nos próximos meses. Entraremos em 2018 num ritmo forte e constante”, comentou o ministro.
A coordenadora de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, foi taxativa: “O comércio, pelo lado da oferta, e o consumo das famílias, pelo lado da demanda, foram as principais influências para a variação positiva de 0,2% do PIB”.
No entanto, ela ressalta a necessidade de se olhar também para outras comparações: “No primeiro semestre, o consumo das famílias ainda está em queda (-0,6%) ainda que menos intensa do que nos trimestres anteriores”.
A coordenadora admitiu ainda que a economia brasileira está em um ciclo de melhora, mas que isso não se configura uma recuperação.






