Dados sobre emprego foram divulgados nesta quarta-feira pelo Ministério do TrabalhoVitor Vasconcelos/Secom
O sétimo mês de 2025 apresentou variação positiva nos cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas avaliados: Serviços, Comércio, Indústria, Construção e Agropecuária. O saldo foi positivo em 25 das 27 Unidades da Federação. Com os indicadores de julho, o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, número conhecido como estoque, chegou a 48,5 milhões, um número recorde na série histórica.
Entre os grandes grupos econômicos, o maior gerador de postos no acumulado do ano é o setor de Serviços, com 688 mil postos entre janeiro e julho. Em seguida aparecem Indústria (253.422), Construção (177.341), Comércio (119.291) e Agropecuária (109.237). No recorte de julho, o setor de Serviços lidera, com 50.159 novos postos, seguido por Comércio (27.325), Indústria (24.426), Construção (19.066) e Agropecuária (8.795).
São Paulo registra o maior saldo de novas vagas no acumulado do ano, com 390 mil postos. Em seguida aparecem Minas Gerais (152.005) e Paraná (102.309). Levando-se em conta apenas o mês de julho, São Paulo (42.798), Mato Grosso (9.540) e Bahia (9.436) foram os três estados com maior saldo. Com base na variação relativa, que observa o tamanho proporcional dos mercados de trabalho de cada estado, os destaques de julho foram Mato Grosso (+0,97%), Piauí (+0,80%) e Amapá (+0,79%).
Em julho, a geração de empregos foi maior entre homens (72.974) do que entre mulheres (56.801). Entretanto, elas apresentaram maior número de contratos nos setores de Serviços (28.160 mulheres e 21.999 homens) e do Comércio (15.365 mulheres e 11.960 homens). O salário médio real de admissão em julho foi de R$ 2.277,51.

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