"Eu acredito que nós vamos ter um apoio tão grande no Senado quanto tivemos na Câmara, com uma votação histórica de 493 votos, sem nenhum voto contra", declarou.
"Começamos a enfrentar nossa principal chaga: nossa inaceitável desigualdade. Não há desenvolvimento com esse nível de desigualdade. Não há justiça. Começamos e juntos vamos concluir esse trabalho", afirmou.
Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou o trabalho de Haddad na articulação e diálogo com o Congresso sobre o tema. O parlamentar também destacou a responsabilidade dos políticos da Casa para que a aprovação fosse unânime.
"O que pesou, penso eu, para que a votação unânime fosse unânime no plenário da Casa foi o senso de responsabilidade de cada parlamentar, de votar a favor daquilo que é importante para a população brasileira", disse Motta, sem citar projetos criticados nas ruas, como a PEC da Blindagem, recém-aprovada pelos deputados e derrubada pelo Senado, após a repercussão negativa.
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