Durigan lembrou de iniciativas recentes como o Eco-Invest e o Fundo ClimaTomaz Silva / Agência Brasil
"Nós tivemos um projeto aprovado que é problemático dentre 25 que foram mapeados como pauta bomba. Então não tem pauta bomba prevista para frente", frisou Durigan, durante participação em painel da Expert XP, na capital paulista.
Em seguida, o ministro pontuou que haverá um compromisso, para depois da eleição, com medidas que visam conter a expansão dos gastos obrigatórios no País. Segundo ele, isso visa aumentar os volumes permitidos de gastos discricionários no Orçamento, para que seja possível fazer investimentos focalizados.
Nesse sentido, Durigan lembrou de iniciativas recentes como o Eco-Invest e o Fundo Clima, que permitem fazer uma espécie de "seguro cambial" para investidores estrangeiros que desejam aportar recursos em iniciativas voltadas à economia verde.
"Esse tipo de coisa tem que ser aprofundada: a parceria entre o governo, um governo forte e eficiente e o investidor privado, que tem que ter apetite e confiança no projeto do País. Então, controlar despesa obrigatória, abrindo espaço para focalizar o investimento, aprendendo com os erros do passado", detalhou.
Na avaliação do ministro, é preciso combater a visão de que o Estado não tem serventia. "O Estado tem um papel, não adianta negar isso, e acho que quem nega não tem pé na realidade", frisou.
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.