Feira é voltada a pessoas com deficiência física, visual, auditiva, intelectual ou múltipla Divulgação

A Estácio Volta Redonda sediará, na próxima terça-feira, 11, o Circuito Dia D – Feira de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência e Reabilitados do INSS. A ação acontecerá das 9h às 16h, no campus da faculdade, localizado na Av. Lucas Evangelista, 530, no bairro Aterrado. Já são 16 empresas da região Sul Fluminense confirmadas, que ofertarão mais de 300 vagas para os setores de comércio, transporte, saúde, atendimento, administração, cargos técnicos e operacionais, além de oportunidades para jovens.
O evento é gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição prévia dos candidatos às vagas, basta comparecer ao local com currículo atualizado e laudo médico ou documento do INSS que comprove a deficiência ou reabilitação. A Feira é voltada a pessoas com deficiência física, visual, auditiva, intelectual ou múltipla; além de reabilitados do INSS e jovens aprendizes com deficiência.

O curso de Educação Física do campus promoverá reflexões com profissionais da área sobre inclusão, mercado de trabalho e cidadania, das 9h às 16h; e o curso de Direito abordará o tema Acidente de Trabalho, das 13h às 16h. A graduação de Nutrição marcará presença na Feira com uma atividade voltada à escolha consciente de alimentos a partir dos rótulos das embalagens, das 11h às 12, e das 13h às 15h; e o uso racional de medicamentos para pessoa com deficiência será o tema abordado pelo curso de Farmácia, das 14h às 16h. Já o curso de Gestão ficará responsável por dicas sobre como ser notado por recrutadores, mesmo não tendo experiência no mercado de trabalho, promovendo uma atividade com foco em produção de currículo e de perfil no LinkedIn, das 13h às 16h.

Para a procuradora do Ministério Público do Trabalho de Volta Redonda, Juliana Gois, a feira não é apenas um dia de recrutamento: é um marco de compromisso com a inclusão. “Reunir empresas, que estão em busca de contratar, e pessoas com deficiência, em busca de oportunidades, significa dar concretude ao direito ao trabalho digno, rompendo barreiras e combatendo preconceitos ainda presentes na sociedade. A iniciativa reforça que a inclusão não pode ser apenas um discurso, mas deve se materializar em ações efetivas. O Dia D é um passo firme nesse caminho, demonstrando que empresas e instituições, quando se unem, podem transformar realidades, garantindo maior cidadania e igualdade, por meio do trabalho digno”, destaca a procuradora.