Arena Corinthians receberá partidaDivulgação
De acordo com a publicação, o torcedor afirmou que permaneceu durante o primeiro tempo do dérbi no que define como 'salinha do terror'. Na denúncia, o corintiano afirma que, ao gritar pela quinta vez contra Bolsonaro, um policial o abordou. "No mesmo momento, um outro policial militar o agarrou por trás, aplicando um mata leão, o que o fez cair, já quase desfalecendo, quando foi algemado de forma que machucou seus pulsos", conta o texto.
A Ouvidoria enviou a denúncia à Corregedoria da Polícia Militar. Cabe ao órgão a decisão de realizar ou não o pedido para assumir a investigação do caso, por crimes de agressão e abuso de autoridade. A decisão deve ser tomada nos próximos dias.
Na última terça-feira (6), o Corinthians repudiou a detenção do torcedor em nota oficial publicada no site do clube. "O clube historicamente reitera seu compromisso com a democracia e a defesa do direito constitucional de livre manifestação, desde que observados os princípios da civilidade e da não violência", diz parte da nota.
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