Dudu rescindiu com o CruzeiroGustavo Aleixo / Cruzeiro
Dudu voltou a ganhar as manchetes esportivas nas últimas semanas por conta de mais uma saída conturbada de um clube. No fim do ano, sua despedida do Palmeiras gerou uma discussão pública com a presidente Leila Pereira e rendeu um processo por danos morais na Justiça, iniciado pela dirigente alviverde.
Apenas quatro meses após chegar ao Cruzeiro, time que o revelou para o futebol nacional, Dudu reclamou publicamente de estar no banco de reservas, o que gerou repercussão entre torcedores e dirigentes cruzeirenses. Rumores apontavam que o atacante teria pedido a demissão do técnico Leonardo Jardim. Dudu negou a informação.
"É uma grande mentira (sobre ter pedido a saída do português). Tenho grandes relações com grandes treinadores que fui treinado. Depois que surgiu essas mentiras, treinadores que me treinaram me ligaram dando apoio. O próprio (Fernando) Diniz, que virou um amigo meu. Eles sabem que não sou esse tipo de jogador. Desde ano passado para cá, estão falando coisas de mim que não são verdade", declarou.
O atacante, porém, admitiu que escolheu o momento inadequado para reclamar do banco de reservas. "Posso ter errado no timing, no momento, ter falado após uma derrota", afirmou o jogador. "Reconheci isso para o (Alexandre) Mattos, para o Pedrinho, para o treinador. Tanto que fui reintegrado ao grupo. Mas não me senti à vontade de permanecer em um lugar que o ambiente não era o mesmo que minha chegada. Vi que o melhor caminho era a rescisão de contrato, que seria boa para mim e para o Cruzeiro. E poderia estar lá treinando e recebendo meu salário se eu fosse mercenário", disse, em referência a Mattos, CEO do futebol cruzeirense, e Pedro Lourenço, dono da SAF do time mineiro.
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