Jogadoras do Brasil celebram gol marcado sobre o ParaguaiLívia Villas Boas / CBF
Com o resultado, as brasileiras lideram a chave com nove pontos, pois já venceram Bolívia (6 a 0) e Venezuela (2 a 0) e garantiram presença nas semifinais. O time brasileiro volta a jogar na sexta-feira, às 21 horas, diante da Colômbia, segunda colocada no grupo, com sete pontos, quando será decidido o primeiro lugar no grupo. As paraguaias só têm três pontos.
O jogo
A partir dos 15 minutos, a seleção paraguaia passou a abusar das faltas e acabou punida. Aos 26, a lateral-esquerda Yasmin cobrou falta em direção à área e a bola passou direto, enganando a goleira Belotto: 1 a 0, Brasil.
A vantagem no placar acalmou a seleção brasileira, que passou a chegar com maior frequência na área adversária. Amanda Gutierres, Gio Garbelin e Duda Sampaio criam boas oportunidades
Aos 38 minutos, saiu o segundo gol brasileiro, idêntico ao primeiro. Yasmin cruzou para área, Mariza saiu da frente da bola e traída mais uma vez: 2 a 0.
O Paraguai foi à frente e Claudia Martínez, uma das goleadoras da Copa América, quase deixou sua marca, mas Lorena fez bela defesa, aos 41 minutos.
A coragem paraguaia deu espaços para o Brasil construir um placar mais 'elástico' e Gio Garbelini quase fez o terceiro no fim do primeiro tempo, mas errou na 'cavadinha'.
Logo no começo da segunda etapa, aos dois minutos, Claudia Martínez quase fez um belo gol, mas Lorena impediu mais uma vez.
Aos quatro minutos, Arrieta fez falta em Marta e foi expulsa. O Brasil não desperdiçou a vantagem e fez o terceiro gol, com Amanda Gutierres, aos 14 minutos.
Com a vitória praticamente garantida, a seleção brasileira relaxou, cometeu erros na defesa e Claudia Martínez deixou sua marca, aos 19 minutos, com o primeiro gol paraguaio. E a atacante quase fez o segundo, aos 26. Lorena pegou mais uma.
O lance acordou o Brasil. Amanda Gutierres perdeu grande chance aos 28, mas Duda Sampaio acertou belo chute para fazer 4 a 1, no minuto seguinte.
O Brasil quase fez o quinto gol, mas Angelina acertou o travessão, aos 33. Daí para frente, a seleção tocou a bola e esperou o final da partida.
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