Nicolás Córdova é o técnico interino do ChileDivulgação/Chile
Chile inicia processo de reformulação contra o Brasil, e técnico pede paciência
Sem chances de classificar para a Copa de 2026, seleção chilena afastou os medalhões e deu oportunidades mais jovens talentos
Rio - Na lanterna das Eliminatórias e sem chances de classificação para a Copa do Mundo de 2026, o Chile iniciou um processo de reformulação. Além de demitir o técnico Ricardo Gareca, a seleção chilena dispensou os medalhões e deu oportunidades para jovens talentos para os últimos dois jogos contra Brasil e Uruguai, nos dias 4 e 9, respectivamente. O técnico interino Nicolás Córdova pediu paciência.
"Há uma mudança e é preciso tempo. É difícil tomar essas decisões porque o impacto é muito significativo", disse Córdova à imprensa chilena durante a preparação para o jogo contra o Brasil.
A mudança citada pelo interino é referência a saída dos jogadores da "Geração de Ouro". Nomes como Vidal, Alexis Sánchez e Medel, bicampeões da Copa América em 2015 e 2016, não foram convocados. Por outro lado, jogadores mais novos, como Aravena (Grêmio), Kuscevic (Fortaleza), Ivan Roman (Atlético-MG) e Gonzalo Tapia (São Paulo), vão receber oportnidades.
Sem chances de classificação, o Chile será ausência na Copa do Mundo pela terceira vez seguida. A última vez que a seleção chilena disputou o Mundial foi em 2014, na edição realizada no Brasil. Na ocasião, avançou em segundo lugar num grupo com Holanda e Espanha, com direito a vitória sobre os espanhóis na fase de grupos, e foi eliminada nas oitavas de final diante do Brasil.
O Brasil enfrenta o Chile, nesta quinta-feira (4), às 21h30 (de Brasília), no Maracanã, pela penúltima rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Depois, os chilenos encerram a participação na competição diante do Uruguai, dia 9, às 20h30, no Estádio Nacional, em Santiago.

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