Publicado 18/05/2026 20:41 | Atualizado 18/05/2026 20:41
Rio - O presidente da CBF, Samir Xaud, foi pego de surpresa com a convocação de Neymar. Em entrevista à imprensa após o anúncio de Carlo Ancelotti no Museu do Amanhã, nesta segunda-feira (18), ele contou que não sabia sabia da lista e destacou que fez questão de descobrir os nomes junto com os torcedores. O mandatário também aproveitou para ressaltar a confiança no hexa.
Publicidade"Para mim foi uma surpresa também. Não fiquei sabendo da lista, fiz questão de saber ali com vocês, torcedores de todo o Brasil. Acredito que o Carlo fez a melhor opção dos 26 jogadores que ele estava já testando e monitorando. O que a gente fez aqui foi um evento grande para poder conectar a torcida brasileira e seleção brasileira em véspera de Copa do Mundo. A gente está muito confiante que vai trazer esse hexa para o Brasil".
Um dos desafios do mandato de Samir Xaud é reaproximar os torcedores com a seleção brasileira. Ele destacou que a cerimônia que a CBF montou para a convocação, que contou com convidados, música ao vivo e shows de drone, fez parte desse trabalho de reconexão.
"Já mudou o cenário. Acredito que nesse um ano fizemos mudanças importantes no futebol brasileiro. Esse é um dos eventos que a gente fez para reconectar. Tanto que na minha chegada vi aquele público ali, nem esperava. A gente vê uma mobilização, mensagens de apoio e de carinho a tudo que essa nova gestão tem feito pelo futebol brasileiro. Então, essa reconexão já começou".
A CBF anunciou na quinta-feira (14) a renovação de contrato de Carlo Ancelotti. O novo vínculo valerá por mais quatro anos, até a Copa do Mundo de 2030. Samir Xaud não poupou elogios ao treinador.
"A gente está com o técnico mais vencedor do mundo treinando a nossa seleção brasileira. É um privilégio para a gente ele topar essa missão. Nos confiamos muito e acredito muito no trabalho dele. Foi por isso que nós renovamos por mais quatro anos".
"Acho que o trabalho tem que dar tempo para ele trabalhar, reconstruir um legado do futebol brasileiro, independentemente se vai ganhar uma Copa ou não. Isso é muito relativo. A gente sabe que são muitos fatores envolvidos. Então, não é isso que vai definir se um treinador fica ou não numa seleção".
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