Publicado 28/09/2026 14:06
Danilo mostrou estar de acordo com Carlo Ancelotti e pediu paciência com a seleção brasileira. O meio-campista do Botafogo ressaltou que este início de ciclo de olho na Copa do Mundo de 2030 é o momento de fazer testes. Os torcedores ficaram insatisfeitos e criticaram o desempenho dos jogadores no empate por 1 a 1 com a Austrália, em amistoso realizado na última sexta-feira (25).
PublicidadeLeia mais: Ancelotti minimiza críticas na Seleção e garante: ‘Temos futuro’
“Por ser um novo ciclo, tem que testar. São novos jogadores, novas características. As Datas Fifa vão ajudar bastante nesse processo. Os torcedores querem resultados imediatos, mas sabemos que não é assim”, iniciou o volante, em entrevista coletiva.
“Não temos tanto tempo juntos, cada um vem de um estilo de jogo diferente. O povo brasileiro tem que ter paciência, vamos chegar bem na Copa América e, claro, na Copa do Mundo”, complementou.
O próximo compromisso da Amarelinha será novamente contra os australianos, nesta terça-feira (29), às 7h (de Brasília). A tendência é que o Brasil entre em campo com três meio-campistas, diferentemente do primeiro duelo, quando atuou com quatro atacantes.
“Acho que para mim não muda muito. Eu consigo fazer as três funções no meio. A única coisa que vai mudar é que vou estar um pouco mais alto do que no último jogo. É bom para o mister testar novos jogadores, mudar por ser um novo ciclo. Vai nos ajudar”, disse Danilo.
Para fechar a Data Fifa, a Seleção ainda enfrentará a Índia, no sábado (3), às 11h, em Calcutá.
“Por ser um novo ciclo, tem que testar. São novos jogadores, novas características. As Datas Fifa vão ajudar bastante nesse processo. Os torcedores querem resultados imediatos, mas sabemos que não é assim”, iniciou o volante, em entrevista coletiva.
“Não temos tanto tempo juntos, cada um vem de um estilo de jogo diferente. O povo brasileiro tem que ter paciência, vamos chegar bem na Copa América e, claro, na Copa do Mundo”, complementou.
O próximo compromisso da Amarelinha será novamente contra os australianos, nesta terça-feira (29), às 7h (de Brasília). A tendência é que o Brasil entre em campo com três meio-campistas, diferentemente do primeiro duelo, quando atuou com quatro atacantes.
“Acho que para mim não muda muito. Eu consigo fazer as três funções no meio. A única coisa que vai mudar é que vou estar um pouco mais alto do que no último jogo. É bom para o mister testar novos jogadores, mudar por ser um novo ciclo. Vai nos ajudar”, disse Danilo.
Para fechar a Data Fifa, a Seleção ainda enfrentará a Índia, no sábado (3), às 11h, em Calcutá.
Outras respostas de Danilo
. Clima depois do empate com a Austrália: “Foi muito ruim. Sabíamos da nossa qualidade para vencer. Todos ficaram tristes, sabíamos que poderíamos ter ido melhor. Mas já deixamos para trás e estamos focados para o próximo jogo”.
. Expectativa para o jogo: “A expectativa é gigante. Queremos ganhar, fazer um bom resultado para dar confiança. No jogo passado, não conseguimos. Agora, vamos com mais foco ainda para vencer bem”.
. Ajuda aos novatos: “Não sou tão experiente na Seleção, mas tenho conseguido ajudar os jovens para que estejam no melhor nível possível”.
. Parceria com velhos conhecidos do Palmeiras: “Está sendo bom demais. São todos gente boa. No dia a dia tem muita brincadeira, risada. Mas claro, trabalhamos sério. Está sendo uma experiência bacana para mim”.
. Expectativa para o jogo: “A expectativa é gigante. Queremos ganhar, fazer um bom resultado para dar confiança. No jogo passado, não conseguimos. Agora, vamos com mais foco ainda para vencer bem”.
. Ajuda aos novatos: “Não sou tão experiente na Seleção, mas tenho conseguido ajudar os jovens para que estejam no melhor nível possível”.
. Parceria com velhos conhecidos do Palmeiras: “Está sendo bom demais. São todos gente boa. No dia a dia tem muita brincadeira, risada. Mas claro, trabalhamos sério. Está sendo uma experiência bacana para mim”.
. Esperava jogar mais na Copa do Mundo?: “Terminamos bem o ciclo antes da Copa do Mundo. Fiquei muito feliz por ser chamado. Todos que estávamos lá queríamos jogar, mas não tem como. Não tive tantos minutos como não só eu, mas também o povo brasileiro achava que eu teria. Serviu de aprendizado no dia a dia, nos treinos, para pegar ainda mais experiência”.
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