Carlo Ancelotti em ação durante treino da seleção brasileiraRafael Ribeiro / CBF
“A crítica sempre existiu e vai existir, não afeta a ideia que tenho para o futuro. Afeta zero sobre o que penso do futuro”, declarou o treinador, em entrevista coletiva.
“Gostei muito dos jovens que estão aqui. Do Arthur Dias, que não conhecia, dos goleiros (Pedro Morisco e Otávio), que também não conhecia. Do Bidon, do Bontempo, do Jair. São todas surpresas positivas. Temos futuro, apesar das críticas”, complementou.
Ele voltou a dizer que o foco é dar minutagem a novos jogadores: “A prioridade é buscar construir uma geração que possa nos acompanhar na Copa América e na Copa do Mundo. Temos que acompanhar os jovens que possam representar o futuro. Se pensarmos que é bom para o futuro, vamos chamar”.
“Estamos trabalhando para a Seleção ser protagonista. A expectativa de ser treinador da Seleção é muito alta, aqui tem que ganhar a Copa do Mundo. Não lembro um ano em que a expectativa não fosse alta na minha carreira. Tem que ser sempre alta e dar o máximo para nosso trabalho”, afirmou.
Agenda
“Ninguém da comissão técnica, dos jogadores, pensa que vamos jogar apenas um amistoso. Pensamos que vamos representar um país enorme, uma camisa enorme. Para nós, é igual a uma partida de Copa do Mundo. Representamos a maior Seleção da história do futebol”, garantiu.




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