John Textor, dono da SAF do BotafogoVítor Silva / Botafogo
As flexibilizações ocorreram sob o comando da sul-coreana Michele Kang, que assumiu a presidência do Lyon depois de o norte-americano se afastar do cargo, em julho. Em entrevista à rádio 'RMC Sport', da França, o dirigente disse continuar próximo da equipe e criticou as sanções recentes.
"Poderíamos (Lyon) ser muito melhores se tivéssemos mais jogadores. Jogadores que estivessem disponíveis para nós. Metade da equipe do Botafogo que venceu o PSG em Los Angeles (na Copa do Mundo de Clubes) se mataria para estar no Lyon. Mas não podem. A DNCG tomou uma decisão que, na minha opinião, é de natureza esportiva e não financeira", avaliou o mandatário.
Além disso, o empresário comentou o afastamento do futebol francês: "Sabíamos que, politicamente, em termos de governança, meu jeito brincalhão e disruptivo não era bom para o meu relacionamento com a DNCG, e pedi a ela que considerasse assumir esse papel. Com o rebaixamento, tornou-se necessário. A única maneira de superar a situação era mudar a liderança".
O dirigente também falou sobre as supostas 'transferências fantasmas' de jogadores do Botafogo ao Lyon. Após esclarecer como se deu a ida de contratar Thiago Almada, ele lembrou os casos de Igor Jesus e Luiz Henrique, que, diferentemente do meia, nunca entraram em campo pelo time francês.
"Esses são negócios e transferências reais do futebol que foram assinados pelos jogadores com contratos. Eles estavam esperando a janela de transferências certa chegar", completou John Textor.

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