Publicado 12/06/2026 07:00
Rio - O Grupo B da Copa do Mundo de 2026 promete muita imprevisibilidade. Com Canadá, Bósnia, Catar e Suíça, a chave não apresenta uma potência tradicional do futebol mundial, mas deve ter uma disputa intensa pelas vagas na fase eliminatória. Os suíços despontam com favoritismo, enquanto os canadenses apostam no fator casa para avançar de fase.
Publicidade Em teoria, Suíça e Canadá largam na frente pela classificação, seja pela experiência internacional dos europeus ou pelo fato dos canadenses atuarem em casa. No entanto, a ausência de uma grande potência torna o Grupo B um dos mais imprevisíveis. A disputa principalmente pelo segundo lugar promete agitar a chave até a última rodada da Copa do Mundo.
Suíça é a favorita da chave
A Suíça chega como a principal candidata à liderança do grupo. Presença constante em Copas do Mundo e Eurocopas nas últimas décadas, os suíços se destacam pela organização tática, solidez defensiva e experiência em competições de alto nível. Jogadores acostumados ao futebol europeu de elite tornam a equipe favorita para avançar às oitavas de final, mantendo a regularidade que tem sido sua marca.
Uma das seleções mais organizadas taticamente do torneio, a Suíça aposta na experiência dos principais jogadores para avançar às oitavas de final. Capitão e cérebro da equipe, o meio-campista Granit Xhaka é responsável pela construção das jogadas e liderança em campo. Na defesa, Manuel Akanji é o principal nome, enquanto o goleiro Gregor Kobel é um dos nomes mais confiáveis da Europa atualmente.

Canadá quer fazer história em casa
O Canadá, por sua vez, deposita suas esperanças no fator casa. Coanfitrião do Mundial ao lado de Estados Unidos e México, o país vive uma evolução significativa no cenário internacional desde sua participação na Copa de 2022. Com uma geração talentosa e o apoio da torcida, os canadenses enxergam esta como a grande oportunidade para conquistar uma classificação histórica ao mata-mata.
Sob o comando de Jesse Marsch, o Canadá adotou um estilo baseado em pressão alta e velocidade pelos lados do campo. O fator casa pode ser um diferencial importante emocionalmente. Os coanfitriões se destacam pela intensidade e costuma explorar transições rápidas e contra-ataques. Entre os principais jogadores estão o atacante Jonathan David e o lateral-esquerdo Alphonso Davies.
Bósnia e Catar correm por fora
A Bósnia e Herzegovina surge como a principal candidata a surpreender. Na repescagem, a seleção balcânica eliminou a Itália e garantiu a vaga na Copa do Mundo depois de mais de uma década. Os bósnios combinam experiência e competitividade, e podem se beneficiar do equilíbrio do grupo para brigar diretamente por uma das vagas nas eliminatórias.
Já o Catar tenta apagar a imagem deixada em 2022, quando se tornou o primeiro país-sede a ser eliminado na fase de grupos sem pontuar. Desde então, a equipe asiática passou por reformulações e busca mostrar evolução em seu segundo Mundial consecutivo. Embora seja considerada a equipe menos cotada da chave, o Catar pode desempenhar o papel importante na disputa pela classificação.
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