Conselho Deliberativo do FlamengoPaula Reis/CRF
Publicado 15/09/2026 15:05 | Atualizado 25/09/2026 01:15
O Conselho Deliberativo do Flamengo vota, nesta terça-feira (15), uma reforma do estatuto do clube. O plano prevê mudanças na estrutura profissional, mas o tema não é unanimidade entre os conselheiros e ainda gera divisão entre os votantes, segundo o "ge".
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O texto foi apresentado pelo presidente Luiz Eduardo Baptista e elaborado por uma Comissão Permanente. De um lado, os apoiadores defendem a necessidade de fazer mudanças no estatuto, que é de 1992. Do outro, existe temor de que Bap tenha ainda mais poder.
Entre as principais mudanças da proposta, está uma divisão mais definida entre as funções de governança, supervisão e execução. A nova estrutura teria duas principais lideranças: o Diretor-Geral, responsável pela gestão corporativa, e o Diretor de Futebol, que ficaria à frente do futebol profissional e da base.
Além disso, também será votada a criação de um Conselho Gestor (COGE). O grupo terá como função supervisionar a atuação da diretoria. O objetivo é separar as funções de governança dos responsáveis pela operação diária do clube. O presidente teria o poder de nomear e destituir os membros.
A reforma estatutária não prevê a transformação do Flamengo em SAF. Caso seja aprovada, a mudança manterá o clube como uma associação civil. Também estão previstas mudanças nas regras sobre nepotismo e sobre a entrada, na estrutura profissional, de associados que já tenham ocupado cargos eletivos no clube.
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