Mário Bittencourt, atual presidente do FluminenseLucas Merçon / Fluminense
"Após o Mundial, nós recebemos procura, proposta não porque não deixamos colocar, por cinco jogadores do time. Por Freytes, Bernal, Hércules, Martinelli e Canobbio. O Serna foi essa do Hinestroza que falei, então são seis. Teve um clube brasileiro, que não posso falar o nome, que perguntou sobre o Canobbio", declarou o mandatário em entrevista ao 'Penido's Podcast'.
"O assédio está muito grande. Se estão procurando por nós, estão também atrás do estafe do jogador. Imagina como funciona a diretoria de um clube que fez o Mundial que fizemos, que quer ganhar títulos, e nossos jogadores estão sendo assediados pelo mundo todo", complementou.
A diretoria, porém, rechaçou abrir qualquer negócio e optou por segurar os atletas para a sequência da temporada. O único que saiu foi Jhon Arias, rumo ao Wolverhampton, da Inglaterra - o colombiano quis realizar o sonho de atuar na Premier League.
A ideia de Mário Bittencourt é manter o elenco com um maior leque de opções para Renato Gaúcho, de olho na briga pela parte de cima da tabela no Campeonato Brasileiro e nos títulos da Copa do Brasil e da Sul-Americana.
O Fluminense entra em campo nesta terça-feira (19), em busca de uma vaga nas quartas de final do torneio continental. O adversário será o América de Cali, da Colômbia, às 21h30 (de Brasília), no Maracanã. O Tricolor jogará pelo empate para passar de fase.

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