Miesha Tate faz parte do plantel do UFC e já foi campeã peso-galo (Foto: Reprodução/Instagram)
“Ainda acho que não há evidências conclusivas suficientes para provar que é seguro para pessoas transgênero competirem contra mulheres biológicas. Algumas pessoas se sentirão confortáveis com as evidências. Eu não me sinto. Dito isso, não apoio. Não apoio homens, de forma alguma, competindo em esportes femininos. Simplesmente não acho justo. Não acho certo. Acho que há um grande potencial de ser inseguro, especialmente em esportes de contato”, declarou Tate.
Além das questões envolvendo o octógono, Tate também criticou o acesso de pessoas trans a espaços femininos, como vestiários: “Acho que não é justo nem certo que homens estejam em vestiários femininos. Não vejo isso como algo que possa acontecer”, completou a ex-campeã do UFC.
O posicionamento de Miesha Tate tem dividido a opinião de entre fãs e atletas. Enquanto parte do público apoia sua postura em defesa da categoria feminina, outra parte critica o discurso, classificando-o como excludente e insensível à comunidade trans. A discussão segue intensa em meio a um cenário esportivo cada vez mais desafiado por questões de identidade, inclusão e segurança.

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