Caique, torcedor ilustre do Vasco, no MaracanãTheo Faria / Agência O DIA
Publicado 20/10/2026 19:51 | Atualizado 20/10/2026 19:54
Clima de decisão no Maracanã. Nesta terça-feira (20), às 21h30 (de Brasília), o Vasco enfrenta o Boca Juniors, da Argentina, pelo jogo de volta da semifinal da Sul-Americana. Após vencer o duelo de ida por 1 a 0, o clube carioca está a um empate de se classificar para uma decisão continental depois de 25 anos. Nos arredores do estádio, torcedores apostam em vitória e também em um fim de ano perfeito para o Cruz-Maltino.
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Vascaíno ilustre, famoso por carregar a placa de "Fé" no pescoço, Caique chegou ao Maraca às 9h da manhã, com novo recado em mãos: "Vamos ser campeões da Copa do Brasil e da Sul-Americana". Perguntado sobre o embate decisivo contra os argentinos, mostrou confiança.
"Já deu bom. Eu não via a hora de chegar esta terça-feira, e ela chegou. Lá (em Buenos Aires), nós ganhamos de 1 a 0, na tal da La Bombonera. A nossa Bombonera hoje é aqui. É 70 e poucas mil pessoas incentivando o time, e eu tenho certeza que, se o Maracanã não tivesse entrado em obra, era 90 ou cento e poucas mil pessoas. Que venha o Boca Juniors. Vai ser 1 a 0 aqui, fora o baile", declarou, ao O DIA.

Vascaíno torce por final contra o Galo

Engenheiro de 64 anos, Luiz Rosa seguiu a linha da confiança e antecipou seu adversário preferido em uma eventual final da Sul-Americana. "A expectativa é de uma grande vitória. Buscar essa classificação e ir para a final depois de 25 anos. Placar é 2 a 0 Vasco. E ser campeão em cima do Galo. Esse jogo de hoje vai ser histórico. Uma festa maravilhosa da torcida", relatou.
Luiz, frequentador do Maracanã desde os sete anos e testemunha de Roberto Dinamite e outros ídolos, ainda reforçou a importância do estádio no duelo de logo mais. "Com certeza é (melhor jogar no Maracanã), para a torcida. São Januário cabe 20 mil pessoas, hoje a gente vai botar mais de 70 mil. Essa torcida merece essa festa. Tinha que ser o Maracanã. É Vasco e Boca, Brasil e Argentina", completou.
Luiz Rosa, 64, engenheiro ao lado do filho, Matheus Rosa, 23, estudante - Theo Faria / Agência O DIA
Luiz Rosa, 64, engenheiro ao lado do filho, Matheus Rosa, 23, estudanteTheo Faria / Agência O DIA

'Maraca é do Vasco também', diz torcedor

Por fim, o também engenheiro Cleudson dos Santos, de 47 anos, projetou "jogo difícil", mas surpreendeu ao apostar em um 3 a 0 no placar, com gols de David, Cuiabano e Thiago Mendes. Seu filho, Arthur Rego, estagiário, de 18 anos, preferiu ser "mais pé no chão" e depositou as esperanças no 2 a 0, liderado por Adson e David.
Cleudson contou que o filho veste a camisa cruz-maltina "desde o berço", e foi outro a enfatizar o Maracanã como palco da partida contra o Boca. "O Maraca é do Vasco também. Não tem essa de Fla-Flu não. Aqui é casa de todos os times desde 1950", relatou.
Cleudson dos Santos, 47, engenheiro, com o filho, Arthur Rego, 18, estagiárioTheo Faria / Agência O DIA
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