Seminário vai reunir especialistas, lideranças e sociedade civil para ampliar a discussão sobre violência contra a mulher em MacaéFoto: Ilustração
Seminário em Macaé debate violência contra a mulher na próxima terça-feira
Evento no Sindipetro/NF terá palestras, rodas de diálogo e encerramento cultural
Macaé - O Seminário Agosto Lilás será realizado na próxima terça-feira, dia 26, no teatro do Sindipetro/NF, em Macaé, com o tema “Violência contra a mulher: o silêncio que mata”. A atividade acontece das 13h30 às 18h30 e tem como proposta promover uma tarde de debates, reflexões e troca de experiências, envolvendo especialistas, lideranças sociais e homens aliados no enfrentamento à violência contra a mulher. O encontro é aberto ao público e os interessados podem se inscrever até segunda-feira, dia 25, pelo site Even3.
A programação começa às 13h30, com a abertura institucional. Logo em seguida, às 13h45, será realizado o painel “Mexeu com uma, mexeu com todas”, com a participação da secretária de Políticas para as Mulheres, Quelen Rezende, da defensora pública Ana Clara, da tenente da Polícia Militar Thaís Melo, do grupo Guardiães da Vida, da diretora do Sindipetro/NF, Bárbara Bezerra, da técnica do CEAM, Andreza Oliveira, além da vereadora Leandra Lopes como convidada especial.
Após o intervalo para coffee break, previsto para 15h45, a programação segue às 16h05 com uma roda de diálogo sobre “Machismo estrutural e o papel dos homens na luta pelo fim da violência contra as mulheres”. Entre os participantes estão o psicólogo Marcello Santos, do Grupo Refletir, Gedir Manoel, da Guarda Municipal de Macaé, e Sérgio Borges, coordenador geral do Sindipetro/NF. O evento será encerrado às 18h05 com uma apresentação cultural da escritora Raila Maciel, autora do livro “Eu nunca falei sobre isso”.
De acordo com a Secretaria de Políticas para as Mulheres, a proposta é fortalecer a rede de apoio, debater diretrizes de prevenção e enfrentamento e garantir espaços de escuta ativa. Para Quelen Rezende, o encontro representa um passo importante na construção de políticas públicas mais efetivas. “Diálogos como estes são fundamentais para pensar mecanismos de proteção e assistência às vítimas, além de conscientizar a sociedade sobre a importância da Lei Maria da Penha”, destacou.

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