Davi Lessa celebra a medalha de honra ao mérito conquistada na Olimpíada Nacional de Nanotecnologia, em São PauloFoto: Divulgação
Talento de Macaé brilha em olimpíada nacional e conquista medalha de honra ao mérito
Com apenas 14 anos, Davi Lessa gabaritou a prova da Olimpíada Nacional de Nanotecnologia e levou o nome da cidade ao pódio em São Paulo
Macaé - Entre centenas de jovens de todo o país, um nome de Macaé se destacou: Davi Lessa, estudante do Instituto Nossa Senhora da Glória – INSG/Castelo, brilhou na Olimpíada Nacional de Nanotecnologia (ONANO 2025) ao conquistar a medalha de honra ao mérito. A conquista foi ainda mais especial porque Davi gabaritou a prova, feito que o colocou entre os melhores do Brasil na competição realizada na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.
A olimpíada reúne estudantes que se aventuram no fascinante universo da nanotecnologia, uma área que une ciência, inovação e curiosidade sobre o mundo em escala microscópica. Mais do que números e fórmulas, o evento estimula o pensamento científico e o desejo de descobrir.
Com brilho nos olhos, Davi contou que a experiência foi marcante. “Achei a olimpíada muito interessante. Estudei bastante, fiz muitos exercícios e fiquei muito feliz com a medalha. Foi muito legal poder ir a São Paulo, conhecer outro lugar, fazer amigos e participar de uma cerimônia tão bonita. É divertido estar lá e conhecer gente de vários lugares”, disse o jovem medalhista.
Para a coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II, Priscila Sousa, o resultado é motivo de orgulho e também um reflexo da proposta pedagógica da escola. “A Olimpíada de Nanotecnologia é nova, e o Colégio Castelo foi a única escola da região a participar. É uma oportunidade para que nossos estudantes testem seus conhecimentos além da base curricular. Buscamos incentivar experiências que estimulem a criatividade, a pesquisa e o protagonismo dos alunos”, afirmou.
A ONANO é organizada pelo Centro de Inovação em Novas Energias (CINE), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Unicamp e o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano/CNPEM). Consolidada como uma das competições mais inovadoras do país, a olimpíada vem revelando talentos e despertando vocações científicas, mostrando que o futuro da pesquisa brasileira pode estar bem mais próximo do que se imagina, inclusive em Macaé.

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