Espetáculo traz uma mistura de ritmo afro-brasileiroDivulgação / Chico Acioly
Mangaratiba
Terça - 13/05/25 - 14h
Escola CIEP Brizolão 294 – Cândido Jorge CapixabaAv. José Antônio da Costa, s/nº, Praia do Saco
Quarta - 14/05/25 - 10h
Centro Esportivo Ely Ferreira CeiaRua do Campo, s/nº, Conceição de Jacareí.
Apresentado pelo Instituto Cultural Vale, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, o espetáculo apresenta uma personagem acessível ao espectador mirim, que percebe a importância do tema.
Através da dança são reveladas histórias que precisam ser multiplicadas. Durante a apresentação, a personagem trará sua história, sua amizade com os peixes - que estarão em cena também - e como conseguiu afundar, juntamente com seus amigos locais, mais de 40 navios na Ilha de Itaparica (BA), durante a independência do Brasil.
É uma obra de dança afro, como maracatu, jongo, que homenageia a heroína da pátria, Maria Felipa. O projeto que é patrocinado pelo Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale, vai percorrer as escolas públicas de Mangaratiba.
Apresentado pelo Instituto Cultural Vale, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, o espetáculo apresenta uma personagem acessível ao espectador mirim, que percebe a importância do tema. Através da dança são reveladas histórias que precisam ser multiplicadas.
Durante a apresentação, a personagem trará sua história, sua amizade com os peixes - que estarão em cena também - e como conseguiu afundar, juntamente com seus amigos locais, mais de 40 navios na Ilha de Itaparica (BA), durante a independência do Brasil.
Depois de uma temporada de sucesso no Sesc Tijuca e outros espaços pela Funarte, Paty Lopes revela que levar a montagem para as escolas é um momento mágico de sua carreira.
-Levar a peça para dentro das unidades de educação é empregar o nosso propósito na fonte, na base. As crianças precisam ser educadas de forma que elas se tornem referências para os seus adultos, levando essas histórias para dentro de suas casas. Nada melhor que uma apresentação gratuita para que esse propósito seja alcançado -comenta a dramaturga e idealizadora.
Sinopse
Através dos ritmos e danças africanas as crianças conhecem a história de Maria Felipa, uma personagem que se depara com quarenta navios portugueses, prontos a tirar sua liberdade. Com muita ludicidade, a peça retrata sua procura para proteger o Brasil e expulsar a esquadra portuguesa de nosso país. O espetáculo tem uma linguagem específica para crianças da pré-infância à infância, com cantigas que elas conhecem, trazendo conexão com a história que será contada.
Paty Lopes reforça que, para contar a história de Maria Felipa nos dias de hoje, “não necessitamos mais da busca estética colonizadora como referência iconográfica. Hoje, já temos nossas cores e elas são bem mais vivas e reais do que as aquarelas relatadas pelos registros das escolas europeias”.
Musicalização
O projeto defende a ideia das cantigas de roda, com palmas através da percussão corporal. A meta é levar pertencimento e protagonismo do público para as apresentações. O objetivo é reverberar a história do Brasil, os feitos da Maria Felipa e também entrar nas brincadeiras de roda, com base nos corpos dos bailarinos. A musicalização acontece através de cantigas.
Quem foi Maria Felipa
Maria Felipa foi uma marisqueira, pescadora e trabalhadora braçal que participou da luta pela Independência da Bahia. Ela foi declarada Heroína da Pátria Brasileira e teve seu nome inscrito no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, que se encontra no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, situado em Brasília/DF. No entanto, Maria Felipa não faz parte da história nos livros escolares brasileiros, uma invisibilidade que a cultura trabalha para reverter revivendo essas memórias, principalmente para o público infantil, ainda em formação e multiplicador de ideias.
Realização: Lamparina Produções Culturais, Ministério da Cultura e Governo Federal
SERVIÇOS:
Duração: 45 minutos
Classificação indicativa: Livre. Indicado para crianças a partir dos 02 anos.

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