Jornalista dos EUA chora ao vivo ao noticiar separação de bebês e crianças dos pais

'Isso é inacreditável', disse antes de começar a ler a nota. Ela pediu à equipe para colocar um gráfico na tela, mas não estava pronto. Sem conseguir manter a transmissão, chamou outro apresentador

Por ESTADÃO CONTEÚDO

No Twitter, Rachel Maddow pediu desculpas pelo ocorrido e afirmou que era trabalho dela 'ser capaz de falar enquanto está na TV'
No Twitter, Rachel Maddow pediu desculpas pelo ocorrido e afirmou que era trabalho dela 'ser capaz de falar enquanto está na TV' -

Washington - A jornalista americana Rachel Maddow não conseguiu conter as lágrimas nesta terça-feira ao dar a notícia sobre a administração de Donald Trump separar forçadamente bebês e crianças pequenas dos pais imigrantes e enviá-los para abrigos específicos no sul do Texas.

"Isso é inacreditável", disse ela antes de começar a ler a nota da agência Associated Press. Ela pediu a sua equipe para colocar um gráfico na tela, mas não estava pronto, o que significava que ela tinha que tentar manter a transmissão. Sem conseguir continuar, ela chamou Lawrence O'Donnell, que estava definido para iniciar seu programa da MSNBC em Brownsville, Texas.

No Twitter, Rachel pediu desculpas pelo ocorrido e afirmou que era trabalho dela "ser capaz de falar enquanto está na TV". Algumas pessoas comentaram que não era necessário se desculpar. "Você teve um momento de humanidade", disse uma internauta.

'Tolerância Zero'

A chamada "Tolerância Zero", política adotada pelo governo do presidente Donald Trump contra imigrantes ilegais, já separou 2 mil crianças de seus pais. O tratamento dado aos imigrantes e seus filhos está provocando severas críticas no exterior e até mesmo nos Estados Unidos.

Uma assinatura que vale muito

Contribua para mantermos um jornalismo profissional, combatendo às fake news e trazendo informações importantes para você formar a sua opinião. Somente com a sua ajuda poderemos continuar produzindo a maior e melhor cobertura sobre tudo o que acontece no nosso Rio de Janeiro.

Assine O Dia