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Dispositivo suspeito é enviado ao gabinete do governador de Nova York

Serviço Secreto americano interceptou potenciais dispositivos explosivos enviados para as casas do ex-presidente Barack Obama e da ex-secretária de Estado Hillary Clinton; redação da CNN também foi evacuada por pacote suspeito

Por AFP

O prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, Mary Ann Tighe e o governador de Nova York, Andrew Cuomo, participam do jantar anual da Alfred E. Smith Memorial Foundation
O prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, Mary Ann Tighe e o governador de Nova York, Andrew Cuomo, participam do jantar anual da Alfred E. Smith Memorial Foundation -

Nova York - O governador democrata de Nova York, Andrew Cuomo, anunciou nesta quarta-feira que um dispositivo suspeito também foi enviado a seu escritório em Manhattan, depois que aparentes bombas foram enviadas à CNN e à casa de Hillary Clinton no estado.

"Um dispositivo foi enviado para o meu escritório em Manhattan", disse Cuomo em entrevista coletiva.

"O dispositivo enviado para o meu escritório foi identificado e está sendo tratado enquanto falamos".

O governador, que é um crítico ferrenho do presidente Donald Trump e busca um terceiro mandato como chefe do executivo do quarto estado mais populoso do país, disse que "não ficará surpreso" se mais dispositivos forem descobertos.

O Serviço Secreto dos Estados Unidos disse nesta quarta-feira que interceptou pacotes suspeitos, identificados como potenciais dispositivos explosivos, enviados para as casas do ex-presidente Barack Obama e da ex-secretária de Estado Hillary Clinton.

O Serviço Secreto informou que recuperou um pacote endereçado a Clinton em Westchester, um subúrbio ao norte de Manhattan na terça-feira, e um segundo pacote dirigido à residência de Obama em Washington nesta quarta-feira.

"Os pacotes foram imediatamente identificados durante procedimentos rotineiros de triagem dos correios como potenciais dispositivos explosivos e foram apropriadamente tratados como tal", disse o Serviço Secreto em um comunicado.

"Os protegidos não receberam os pacotes nem correram o risco de recebê-los", acrescentou a fonte.

O Serviço Secreto, órgão federal encarregado da segurança do presidentes e ex-presidentes americanos, indicou que iniciou uma investigação para determinar a origem das embalagens e identificar os responsáveis.

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