
"Ele estava completamente cego quando o encontraram", afirmou Ciancimino, que acrescentou que seus dois filhos, Jon, 9 anos, e Alysse, 5, ficaram "devastados" pela perda.
Ainda de acordo com o comunicado da United a empresa concluiu a revisão completa de serviço PetSafe e colocou proteções adicionais para garantir a segurança e o bem-estar dos animais a bordo.
Em um e-mail enviado para a Fox News, o advogado de Ciancimino, Evan Oshan, disse que "não tem tanta certeza" de que o United esteja "comprometida em fazer a coisa certa em relação aos animais". Oshan também pediu os resultados da investigação da companhia aérea.
“O setor aéreo precisa entender que os cães são seres vivos e membros da família. Eles não podem mais se esconder atrás de sua posição de que um cachorro é simplesmente carga ou bagagem ”, escreveu Oshan.
O advogado da família também contou que não havia recebido a indenização por Rock, ou os R$ 260.000 de Ciancimino que foram gastos no treinamento do cão. "Uma declaração geral de condolências simplesmente não é suficiente e, de fato, é um insulto", complementou o advogado.





